domingo, 25 de janeiro de 2015

Que se danem os príncipes - que príncipes mesmo?

Amigos, vocês que reclamam que as mulheres são seres difíceis de entender.. recomendo a leitura de alguns posts desse blog: The Bro Code ;)
No post que tá nesse link... ele termina dizendo:

"Uma mulher,

 não se apaixona

por coisas óbvias.

Ou em vão."

E eu completo esse trecho dizendo: ou automáticas!
Rasguemos os protocolos... por um mundo onde a espontaneidade vença as convenções sociais.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Dancinhaaaa

Eu: "E se você fecha o olho
A menina ainda dança
Dentro da menina
Ainda dança
Até o sol raiar"


quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Como ser um adulto com pensamentos profundos...

Vi esse vídeo e pensei na minha infância... e em quem eu sou hoje.
Uma vez contei essa história para uma amiga e ela achou sensacional... e talvez tenha sido o meu pensamento de "sentido da vida", exatamente como esse gurizinho de 6 anos...
Foi mais ou menos assim...
Eu tinha entre 6 e 7 anos, morava na vila e convivia com crianças e adolescentes mais velhos do que eu.
Eles já estavam naquele papo de se gostar, de dançar juntos nas reuniões dançantes, de responder questionários com os nomes dos guris que tinham interesse.
E eu comecei a achar todo mundo muito bonito... e ao mesmo tempo, me achava muito feia.
Eu era comprida, magrinha, magrinha, magrinha - tipo aquelas criancinhas da Etiópia, só que desbotada - o que pra mim era ainda pior! Sempre achei linda a cor da pele negra.
Então comecei a perceber que ninguém da turma olhava ou se interessava por mim (possivelmente pq eu era a menor, e nada relacionado  a minha magreza... mas isso eu só sei hoje!).
E aí me ocorreu que eu cresceria pra sempre naquela forma, e teria pra sempre aquela invisibilidade... então pensei: "bah, eu tenho que ser muito legal! Ou então eu nunca vou achar um namorado"...
E a partir disso eu comecei a fazer palavras cruzadas com meu pai, e a aprender sinônimos como ninguém.
Pedia pra ele me dar livros de charadas, piadas, humor e passatempos, pq eu imaginava que isso seria legal, e me ajudaria a ser mais legal... a fazer os outros se divertirem.
Li mais da metade da Coleção VagaLume - quem foi criança nos anos 80 deve lembrar - e comecei a escrever melhor. Além dos muitos cadernos de caligrafia que tb me fizeram escrever melhor, mas em outro sentido.
Eu pedi para a minha mãe me ensinar a dançar, a cozinhar arroz e via ela passando as pilchas da domingueira, e então aprendi todas essas coisas só de olhar. Ninguém sabia que aquela atenção toda era um plano secreto. 
Então passei a adolescência, arrumei os dentes (eu tinha diastema, tipo a madonna ou a kara, só que na época era horrível), aprendi que cortar o cabelo era bom, e investi profundamente na minha vida espiritual. Passei 7 anos me dedicando a atividades de oração, retiros, palestras sobre temas bíblicos e espirituais... além do relacionamento interpessoal, que era sempre um desafio no grupo de jovens.
Só depois de adulta melhorei o jeito de me vestir, mas já era bem bom conviver comigo.
Ainda assim, por mais que eu achasse bom, não era ótimo.
Todos os dias o esforço para me sentir bem, para me sentir bonita de novo.
E então, um belo dia, ainda esse ano, resolvi não me importar com o que não consigo mudar...
Na minha aparência: estrias ou joanete... uma perna maior, um pé maior, ninguém é perfeitamente igual dos dois lados... não tem o que eu possa fazer com relação a isso. Lógico que ninguém percebe essas coisas, só eu... e por muito tempo me importei.

Bom, faz parte de mim, da minha natureza... minhas assimetrias... e hoje eu gosto delas.
Gosto de quem eu sou.
Falem o que quiserem... se eu me importo? Claro que sim... mas cada vez menos. E por menos tempo.
Me importa mais aqueles que enxergam minhas assimetrias e percebem o quanto elas me fazem única. Só única, nem mais, nem menos que ninguém. Sem comparações. 

Gosto de aprender sobre mim mesma, isso é ficar mais perto da natureza. Da minha natureza...
O sentido da vida está ao nosso alcance, podemos forja-lo todos os dias...
Para isso mantenho a minha criança interior exploradora.

"Os adultos se esquecem de como o mundo natural funciona, de como compreender a natureza funciona...Continue curioso e terá encontrado sentido para sua vida"




O sentido da vida - Neil deGrasse Tyson

Conteúdo ou aparência: o que vc prefere?

Ontem eu vi #bigbrotherbrasil (me julguem!) e achei os participantes bem diferentes das outras edições. Eles mesmos comentaram essa diferença.

A diversidade, as diferenças religiosas,  geográficas e profissionais.. Tomara que rolem discussões um pouco mais interessantes do que aquelas por comida.. ou por quem vai lavar a louça..

Tomara que eu esteja certa, que dessa vez eles tenham optado por apresentar pessoas com muito mais conteúdo do que aparência física. Pessoas com mais "peleias" parecidas com as nossas, tipo gente da gente. Tomara, pq de futilidade eu já tô legal.

Tomara também, que sirva pra resgatar um pouquinho da auto-estima do Brasil. Motoboy, enfermeira, cabeleireiro, boia fria, e ainda assim, gente que estudou, gente que tem intenção de crescer. Gente que saiu do nada e tem ambição... como todos os brasileiros deviam ser.

Tá, deixa eu sonhar, vai.
Pq sonhar não custa nada, né?
Por um Brasil com mais Jean Willis e menos Sabrina Satto. =P

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Coisas que me fazem tanto sentido...



Minha vida tem se transformado!
Faz tempo que eu não escrevo sobre mim.
Sabe pq???? Ando meio ocupada vivendo... sentindo, sofrendo, sorrindo! Sendo esse "Uhuuuu!" que eu gritei nessa foto!!!
Daí hoje eu li um texto que diz que "Mesmo nos momentos difíceis, o coração não para de bater."
E uma das minhas tatuagens novas é um coração no meu braço direito... pra me lembrar que meu coração é forte e que ele bate cada vez mais forte...





Nesse mesmo texto dizia "Que as pessoas que te amam não abandonam você. Que o sol brilha para você abrir os olhos todos os dias e viver." e pensei que é exatamente o que eu sinto todos os dias... Eu tenho uma família incrível e saudável. Eu tenho muito mais do que preciso! Eu tenho muito amor dos meus amigos... E pra celebrar essa alegria fiz um barco de papel no meu pé, pra comemorar a deliciosa viagem da vida com a minha irmã.
Navegar é preciso! Com as minhas forças e fraquezas, vou seguindo! (Mesmo que ainda me falte aprender a nadar! hahahaha)






Segui lendo o mesmo post e mais uma tatuagem minha fez sentido: "Portanto abra os olhos e ouça atentamente. Desviar do presente não é seguir em frente. Enfrente. Acorde." 
E eu fiz uma âncora do lado de dentro do pé, pra me lembrar que eu preciso estar presente do lado de dentro. Preciso de um tempo para estar onde eu estou, entender a realidade do agora e saber se quero estar mesmo ou mudar. O tempo é um amigo... Ajuda a decidir o caminho!






"O amor não pode viver em um sonho, ou em uma fantasia. Ele deve viver em você, todos os dias." E vivendo o amor em mim mesma, o principal é manter o espírito leve... E eu fiz um aviãozinho de papel no meu peito, pra me lembrar que tudo deve ser leve por onde eu passar. Que o espírito leve mantém a energia se renovando! E é assim que eu quero estar: me amando.. com a leveza de sempre!



Fonte de inspiração: o texto sensível que eu li no The Bro Code.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Amizade entre homem e mulher

Pra existir amizade entre homem e mulher:

1. Ele é gay.
2. Ela é gay.
3. Eles já se pegaram e não foi legal.
4. Eles já se pegaram e foi bem legal. Agora passou.

Do contrário...

1. Ele tá a fim
2. Ela tá a fim
3. Os dois estão a fim
4. Eles já não são mais amigos.

illustration of love | Luiza Bione

essa imagem fofa é daqui ó: Pinterest

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

tem muita diferença

CASAR E MORAR JUNTO (Leia com atenção)

Casar e morar junto são duas coisas completamente diferentes. Não tem nada a ver com seu status no cartório. 
Tem a ver com entrega. Você pode casar com todas as honras. Dar uma festa linda. Gastar os tubos na Lua de Mel. 
Se mudar com o marido para um apartamento lindo. pronto. decorado. cheio de almofadas em cima da cama… 
Vocês podem ter se casado – mas vão demorar muito pra saber o que é morar junto. 
Acho que existem casais que se casam com pompas, e nunca talvez tenham realmente morado juntos. 
Morar junto é saber dividir. Saber cobrar. Saber ceder. Saber doar. 
Morar junto é dividir as contas e as almas. 
Morar junto é ter um pilha de louça pra lavar, depois de um dia terrível de 10 horas de trabalho. 
E o outro cantar com você para que, em um karaokê com detergente, o trabalho se torne divertido. 
Morar junto é ter que assistir Homem Aranha no Telecine Action, e se esforçar para achar legal. 
Morar junto é tomar banho junto.Transformar o chuveiro em uma cachoeira. (e o banheiro em um charco) 
Morar junto é ouvir onde dói no outro. Do que ele sente medo. Onde ele é criança. O que o deixa frágil. 
Morar junto é poder chorar sem parar. E ser ouvida. E cuidada. Mas é também rir. E achar graça em alguma coisa, quando o outro está pra baixo. 
Morar junto é fazer contabilidade de frustrações, e saber quando não colocar na conta do outro. 
Morar junto é demorar para levantar. 
Morar junto não precisa de uma casa, e sim de um espaço. Quem mora junto geralmente é solidário. Casar não. Qualquer um casa. Pra casar basta assinatura e champanhe. Casar leva umas horas. 
Morar junto leva tempo. O tempo todo. Quando moramos juntos vemos o cabelo dele crescer e ela cortar uma franja.
Quando moramos juntos viramos adultos aos pouquinhos, dando um adeus doído ao adolescente que éramos. 
Quando moramos junto mudamos junto. E o outro vira um outro diferente com os anos. 
E nós vamos aprendendo a amar aquela nova pessoa, todo dia. 
Até o dia que, talvez, deixemos de morar juntos.

Fonte:  Um compartilhamento de alguém,
 da timeline de alguém muito sensato, 
que eu perdi o link e nunca mais achei. 
Se alguém conhecer a autora me avisa?  Beijos