sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Olímpico Monumental e eu


Eu não nego, sou aquela típica gremista de 95/96... Festejei a Libertadores, coloquei o pôster do time que veio na ZH pendurado na parede do meu quarto.


Hoje eu continuo sendo gremista, sempre me divirto quando vou ao jogo, mas já não é mais a mesma frequência daquela época.
O que eu quero contar pra vocês é que são muitos os motivos que levam uma mulher a escolher seu time. Tenho amigas que foram influenciadas pelo primeiro namorado, outras escolheram o time da mãe, do padrinho ou do avô. Como muitas, quem determinou meu time foi meu pai, gremistão daqueles de fazer apostas malucas com colorados... 
Aquela época de 95/96 era a minha adolescência e eu sentia uma falta incrível do meu pai, dos momentos da minha infância em que ele era muito mais próximo. Eu cresci, e percebi que a chegada de outros homens na minha vida (mesmo que naquela época fossem guris) fizeram com que ele, aos poucos e talvez sem se dar conta, se afastasse.
Ele sabia que eu sabia que ele já não era meu único herói. Freud explica...
Sendo assim, ir aos jogos com o meu pai era a chance que eu tinha de conviver com ele, de estarmos mais próximos. E era sempre só nós dois, afinal, minha irmã tinha cinco anos e a mãe é colorada!
Aqueles momentos eram muito divertidos, toda a preparação, compra de ingressos, camiseta lavada, a preocupação dele em não ser chamado de “sócio” ou “sogro” é motivo de piada até hoje!!! "Põe um boné, tira o brinco, prende o cabelo, tu não tem uma calça mais larga? Pq não põe um tênis velho?" hehehehe... essas eram as constantes para tentar impedir os outros homens do estádio de saber que ali, debaixo daquele jeitinho de moleque ia nascer uma mulher.
Esse período me fez amadurecer muito. Me fez ver que, no fim das contas, não é a roupa que impede a gente de ser mais mulher. Pelo contrário, no meu caso, os anos passaram e eu nunca mais quis ser moleque.
Voltando ao Olímpico, e a importância do meu pai nessa história toda, tenho lembranças de histórias só nossas de torcedores malucos ao redor ("vai na bola! vai na bola! vai na bola! repetido a cada 3 segundos durante 90min!!!), das derrotas, das vitórias inacreditáveis que aquele campo nos proporcionou. Dos dias de estádio lotado, das demoras para sair do estacionamento caótico, da bandeira do Grêmio linda que encontramos na volta pra casa no meio da avenida...
Bom, por isso tudo eu sou gremista, por isso tudo já sinto a nostalgia batendo no peito, ritmada ao som de palmas e rufar dos tambores animados da geral tricolor.
Obrigada pai, por me fazer Gremista!


domingo, 25 de novembro de 2012

A Parisiense

Comprei um guia delicioso, a minha cara!
hahahaha, chama A Parisiense - O guia de estilo de Ines de la fressange...
Parei num final de semana e li todinho... quase morri de vontade de estar lá... de morar lá!
Quando isso acontecer convido vcs.
Por enquanto, gurias, fica a indicação de curtirem um pouco da atmosfera daquela cidade incrível em algumas páginas...
Tem dicas de lojas, brechós, praças, cafés... tudo para ser linda e glamourosa na cidade que é a cara da riqueza.

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Aula de Plural




Um pir
De dois a dez - pires
De onze e diante - pireses
Dois arco-íris e um arco-iri!
By Fábio Collares!
hahahahahahahahahahaha - amo!


era um morro, agora é um planalto

sai o Fábio correndo, atravessa a sala com o chimarrão na mão... e pára a porta do banheiro com o pé para não bater!
volta todo desiludido falando: "que que adianta não deixar a porta bater e virar toda a erva do chimarrão no meio da sala? Meu chimarrão que antes tinha um morro, agora virou um planalto..."
e foi buscar a vassoura.

hahahahahahahahaha - coisas que só a gente vê, e só a gente ri.