domingo, 22 de julho de 2012

Precisamos estar completos...

Li um comentário de uma amiga no facebook, e acho que encontrei um dos motivos pelo qual o meu relacionamento dá super certo... Compartilhando com vocês, ela escreveu o seguinte: 
"Nunca entendi essa mania das pessoas de condicionar a sua felicidade
 ao fato de ter/estar com alguém. 
Sempre fiz parte do time daqueles que acreditam que podem ser felizes sozinhos, 
ao seu modo e tempo"
Comecei a pensar em mim, pensei nos meus relacionamentos anteriores e percebi que isso está totalmente certo. Durante muito tempo achei que para ser feliz deveria estar com um namorado, deveria estar com amigos todas as horas. Ao mesmo tempo que eu acreditava nessa convenção social, me sentia muuuuito bem sozinha, cuidando de mim, dos meus pensamentos, organizando a alma e principalmente me conhecendo.
Até que eu entendi que a nossa felicidade depende de nós e de mais ninguém. Ter/estar com alguém completo, que também entenda a felicidade dessa mesma forma faz com que a liberdade do outro seja preservada. Faz com que se respeite muito mais, tudo o que "construiu" essa pessoa, até o momento em que começamos a viver uma mesma história.
Minha impressão é de que esse ingrediente é o segredo de um relacionamento bom, saudável, alto astral.
Precisamos ser felizes conosco primeiro, e aí é que fica fácil ser feliz com outra pessoa por perto.
Sempre ouvi da minha melhor amiga que temos que colocar nossa base em nós, e não em outra pessoa.
É muito arriscado fazer isso... se essa pessoa decide mudar, cair fora, sumir do mapa vc se perde de si mesmo!!!

Diquinhas para não se perder:

1. Saiba ficar sozinha, e aprenda a gostar disso;
2. Saiba olhar pra dentro, se reconhecer em quem está ao redor, faz você selecionar melhor quem convive com você;
3. Saiba ouvir o que seus amigos de verdade tem a dizer. São eles que nos protegem, nos mostram a verdade do que estamos fazendo, das nossas escolhas.

Diquinhas de relacionamento da Mel (pode achar meio radical, mas é o que tenho visto ao longo do caminho...)

1. Não existe regra, tem gente que encontra alguém tão depende de conviver com outra pessoa que essa característica "gruda" os dois, que podem muito bem ser felizes assim. Eu te entrego a base de quem sou e tu me entrega a tua base, e isso faz com que fiquemos super conectados (acho que é aquele tipo de casal que some, sabe, que não sai com mais ninguém, que não vão a mais nenhum evento... enfim...).
2. Saber dizer não e aceitar um não da outra pessoa é o que há de mais complicado nessa vida. Quando estamos bem conosco, é mais fácil nos colocarmos no lugar do outro para entender essa resposta. Não faça disso um drama, e ao mesmo tempo, aprenda a reivindicar quando não concordar.
3. Sou super fã daquela frase "errar é humano, mas persistir no erro é burrice". Então, se em algum momento rolou aquele pensamento de "vou te dar mais uma chance" com relação a quem se ama, fica de olhos bem abertos, pois esse relacionamento tá mais próximo de acabar do que vc imagina.

Por enquanto é isso, pessoal, coisas que me inspiram viram post!
Beijos e vão ser felizes, combinado?!? Essa vida é muito curtaaaaaaaaa. Vai!
Ouvi de uma amiga ótima ontem: quem tem raíz é árvore!

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Dia Mundial do Rock - 13/07

Breaking All The Rules

Peter Frampton

We are the people one and all
From deliverance to the fall
From the battle and the heat
To our triumph and defeat
We are the young ones crying out
Full of anger full of doubt
And we're breaking all of the rules
Never choosing to be fools
We are tired of being used
We are constantly excused
In the battle and the heat
In the shadow of retreat
We are the young ones crying out
Full of anger full of doubt
And we're breaking all of the rules
Never choosing to be fools
We are the people one and all
From deliverance to the fall
From the bitter to the brave
From the cradle to the grave
We are the young ones crying out
Full of anger full of doubt
And we're breaking all of the rules
Never choosing to be fools

Quebrando Todas As Regras


Nós somos o povo, todo mundo
Da salvação até a queda
Da batalha e do calor
Para o nosso triunfo e derrota

Nós somos os jovens que estão gritando
Cheios de fúria, cheios de dúvidas
E estamos violando todas as regras
Nunca escolhendo sermos tolos

Nós estamos cansados de ser usados
Nós somos constantemente desculpados
Na batalha e no calor
Na sombra da retirada

Nós somos os jovens que estão gritando
Cheios de fúria, cheios de dúvidas
E estamos violando todas as regras
Nunca escolhendo sermos tolos

Nós somos o povo, todo mundo
Da salvação até a queda
Do áspero até o corajoso
Do berço até o túmulo

Nós somos os jovens que estão gritando
Cheios de fúria, cheios de dúvidas
E estamos violando todas as regras
Nunca escolhendo sermos tolos

domingo, 8 de julho de 2012

Como conviver bem no ambiente de trabalho


Trabalhar com diferentes tipos de pessoas é rotina. 

E aprender a lidar com elas é necessário.

Saber trabalhar em equipe e lidar com diferentes tipos de personalidades é fundamental para se destacar na carreira. Hoje em dia, é comum que pessoas de vários departamentos trabalhem juntas para desenvolver projetos e impulsionar o crescimento de uma empresa. E, para que isso aconteça, dois fatores indispensáveis devem estar em sintonia: bom relacionamento interpessoal e boa comunicação.
Mas como nem todo mundo é igual, comunicar-se e relacionar-se com pessoas pode ser um desafio desgastante. Especialmente, se os colegas tiverem temperamento difícil. Vera Martins, mestre em comunicação e mercado, especialista em medicina comportamental e pesquisadora do comportamento humano, de São Paulo (SP), classifica os cinco estilos de comportamentos difíceis mais comuns no ambiente de trabalho: o impositivo, o dono da verdade, o dissimulado, o passivo e o reclamão (veja abaixo as características).
“Se o profissional não souber lidar com esses comportamentos difíceis, esses colegas podem tirá-lo do seu trajeto profissional e levá-lo a direcionar energias para questões que não agregam nada ao seu trabalho. Se o profissional for dominado pelo medo de enfrentamento, sua imagem pode ser manchada por comentários maldosos e sua credibilidade cair por terra”, diz.
Vera também explica que esses tipos de comportamento se manifestam quando o profissional se vê em situações estressantes e ameaçadoras. “Normalmente, os comportamentos difíceis aparecem como forma de defesa em situações nas quais a pessoa se sente ameaçada. São atitudes movidas por emoções negativas, como medo, inveja, ciúme, raiva, frustração etc”, afirma. Veja as características dos cinco estilos mais comuns de comportamentos difíceis citados pela pesquisadora (e como lidar com elas):

Tipos de colega


  • IMPOSITIVO
Sua crença: “As coisas devem ser feitas de acordo com a minha vontade.”
Seu objetivo: vencer o outro para não ser vencido. E, para isso, age como um trator.

Principais características


• Inflexível: nunca abre mão de sua vontade;
• Autoritário: usa o poder como argumento;
• Agressivo: intimida os colegas;
• Egoísta: ignora opiniões, sentimentos e necessidades alheias;
• Destrutivo: faz críticas depreciativas;
• Antipático: tem dificuldade de se relacionar;
• Oportunista: Nos erros, culpa o colega; nos acertos, se vangloria.
Como lidar: com os impositivos, você deve ser assertivo: dizer claramente e com firmeza o quanto aquele comportamento agressivo o incomoda e como você quer ser tratado.
  • DONO DA VERDADE



Sua crença: “A minha verdade é tão óbvia e não entendo quem discorda de mim.”
Seu objetivo: provar que ele está certo e o outro errado, sempre.

Principais características


• Excessivamente argumentador: defende suas ideias com vigor;
• Do contra: sempre discorda da opinião do outro, para mostrar que tem razão (ainda que não tenha certeza disso);
• Arrogante: faz muitas objeções. Dá a impressão de que quer prejudicar o colega (e às vezes quer);
• Rígido: possui uma rigidez mental que lhe dificulta compreender os colegas;
• Egocêntrico: Tem dificuldade de ouvir, só concordando se o argumento do colega tiver respaldo em fatos e dados e, principalmente, se o colega for um especialista. Ou, claro, concordar com ele.
 Como lidar: antes de dizer suas ideias, escute com atenção tudo o que o dono da verdade tem a dizer. Ele precisa sentir que as suas ideias foram ouvidas. Faça perguntas esclarecedoras para entender realmente o que ele está dizendo e busque tire suas dúvidas. Quando for conversar com ele, esteja preparado com dados e informações convincentes.
  • DISSIMULADO
Sua crença: “Se eu massagear o ego do colega, supervalorizando suas virtudes, ele fará tudo o que eu quero.”
Seu objetivo: manipular os outros para obter o que quer. É difícil estabelecer uma relação de confiança com um dissimulado.

Principais características

• Inescrupuloso: assume o crédito pelo trabalho dos outros para subir na carreira;
• Falso: finge amizade e colaboração para obter a confiança do colega e, assim, conhecer as suas fraquezas para usá-las ao seu favor;
• Canalha: oferece ajuda para demonstrar a fraqueza do colega, sempre em público;
• Egoísta: não tem intenção honesta de ajudar o outro;
• Puxa-saco: quando precisa de algo ou alguém, acha que tem de seduzir, massageando o ego do outro;
• Interesseiro: sempre faz troca de favores. Não oferece nada que não vá cobrar depois.
Como lidar: com os dissimulados, esteja sempre atento. Registre tudo o que foi discutido. Defina claramente as responsabilidades e dê crédito a todos os envolvidos no trabalho. Quando houver tentativa de manipulação, peça fatos e dados que comprovem aquilo que o manipulador diz.
  • PASSIVO
Sua crença: “se eu entrar em conflito, meu colega não vai colaborar comigo e me excluirá.”
Seu objetivo: não correr riscos de ser humilhado, rejeitado e ignorado.

Principais características

 • Bonzinho: cede em prol dos interesses do colega, buscando aprovação;
• Permissivo: evita confrontos e se mostra amável e extremamente colaborador;
• Desorganizado: não sabe dar limites e se perde em suas atribuições. Com isso, corre o risco de não cumprir prazos ou trabalhar mais do que sua função exige;
• Pouco participativo: não se posiciona em momentos importantes, não dá ideias, não antecipa problemas;
• Pouco confiável: não assume responsabilidades, nem no trabalho.
Como lidar: estimule a participação dos passivos, pedindo opiniões e fazendo perguntas para que eles se posicionem e assumam responsabilidades em relação ao trabalho.
  • RECLAMÃO

 
Sua crença: “As pessoas são ruins e aproveitadoras. Eu sou uma vítima.”
Seu objetivo: reclamar de tudo para se sentir confortável e não precisar mudar em nada.

Principais características

• Negativo: está sempre vendo o lado ruim das situações e dizendo coisas desagradáveis;
• Pessimista: não se entusiasma com mudanças e sempre acha que nada vai dar certo;
• Insatisfeito: sempre reclama da situação na empresa, das injustiças que sofre e de quanto gostaria de mudar, mas não faz nada para isso;
• Folgado: dá um jeito de livrar-se das piores tarefas.
Como lidar: Não alimente a insatisfação dos reclamões com comentários negativos sobre a empresa, o trabalho, os colegas e o chefe. Quando eles reclamarem, estimule-os a resolverem o problema com a pessoa envolvida na situação que os incomoda. Converse sobre as alternativas de escolhas, ajudando-os a terem outro olhar para a situação.
     Como evitar conflitos 
    O autocontrole é fundamental para lidar com profissionais difíceis. “Agir de forma impulsiva pode comprometer a sua imagem no ambiente de trabalho. Na maioria das vezes, a perda de controle, traz prejuízos, pois a pessoa se arrepende e pode ser tarde demais”, explica a psicóloga e psicoterapeuta Olga Tessari, de São Paulo (SP). Veja as orientações da mestre em comunicação e mercado Vera Martins, que também é autora dos livros “Seja Assertivo!” e “Tenha Calma!” (ambos da Ed. Campus), para lidar com colegas de trabalho difíceis:

    Lições gerais

    Seja assertivo. Diga o que pensa, sente e precisa, sem rodeios ou constrangimento. Fale com firmeza e autoconfiança, mas sem usar palavras e gestos agressivos. Mantenha sempre o respeito e a educação;
    Esteja sempre embasado em fatos e dados para vender suas ideias, administrar conflitos e dar e receber retorno sobre os resultados. Diga ao colega somente aquilo que agregue algo e que traga benefícios ao relacionamento;
    Coloque-se no lugar do outro, buscando compreender o que o leva a adotar esse comportamento difícil. Entender como o outro funciona ajuda-o a melhorar sua argumentação e tornar seu posicionamento mais seguro e autoconfiante;
    Mostre envolvimento com o colega e o quanto você o respeita em suas competências. Reconheça os pontos fortes dele, faça elogios sinceros às suas boas realizações, mas sem exageros. Isso ajuda a quebrar a arrogância, a agressividade, a timidez e a insegurança do outro.
    Inteligência Emocional
    A Inteligência Emocional também é um fator importante para trabalhar com pessoas difíceis de lidar. “Compreende a capacidade de se relacionar com o outro (ouvir e comunicar), motivar, se conhecer e ter autocontrole. Uma pessoa inteligente emocionalmente não é aquela que controla as suas emoções, mas aquela que controla as suas ações. Não é porque estou com raiva que tenho de agredir o outro”, explica a psicóloga Lucimar Delaroli, especializada em Gestão de Recusros Humanos e professora dos cursos de pós-graduação nos MBAs de Marketing da ESPM/ RJe de Gestão de Negócios da IBMEC/RJ.
    “O que falta às pessoas, hoje em dia, é uma dose de capacidade de se colocar no lugar do outro e compreender a posição e as atitudes alheias, não no sentido de se submeter às vontades, mas, sim, de compreendê-lo para poder estabelecer um diálogo”, diz o professor doutor Marcelo Afonso Ribeiro, do Departamento de Psicologia Social e do Trabalho, da USP.
    Vale levar em consideração que, muitas vezes, as pessoas não percebem que agem de forma inadequada com os colegas ou não sabem que as suas atitudes afetam os demais. “Tendemos a achar que essas pessoas agem para, deliberadamente, nos prejudicar ou irritar, esquecendo-nos de que elas, como nós mesmos, só estão vivendo suas vidas e correndo atrás de seus objetivos como julgam correto fazê-lo”, afirma a psicóloga Lucimar Delaroli.
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    quarta-feira, 4 de julho de 2012

    Dançar é um estado da alma...

    Sabe, pra mim dançar é um estado da alma.
    É aquele momento mágico,
     o corpo agitado, 
    a perna pra lá, o braço pra cá, quadril e cabelo.
     Uma mistura, aquela malemolência...
    mistura os instrumentos, notas, tudo vira ritmo 
    e ritmo vira movimento.
    Não é uma delícia?
    Luz, volume, luz.
    Gente bonita. Ou ninguém ao redor.
    No meio da rua...
    Pra comemorar, pra afastar a tristeza.
    Pra desenferrujar, 
     ou tirar o mofo daquele cantinho da alma 
    que  insiste em voltar.
    Ritmo, batida, estilo
    ritmo rápido, fluido...
    Tudo vira reflexo, na mão, no braço e joelhos
    não esqueçam o ombrinho!
    Eu me divirto demais dançando.
    A dois, sozinha, na pista, no churrasco de família... 
    Dançar.
    "E que seja perdido o único dia em que não se dançou." - Nietzche
    Não é verdade?
    As vezes me esqueço disso..
    A alma vai criando aquela casca dura, quase uma armadura...
    Ferro, aço e cobre, impedindo os movimentos.
    Dançar reestabelece a relação com nosso eu... 

    QUEM GOSTA DE DANÇAR, ENTÃO DANÇA!