sábado, 26 de maio de 2012

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Paz!

Pessoal querido que visita o Elo da Corrente!

Quero convidar vcs para criarmos uma corrente de pensamentos positivos, de pensamentos de paz.
Eu explico a minha proposta: recentemente ouvi palavras bem fáceis sobre a paz, sobre a importância de falarmos e mentalizarmos a paz para nós mesmos e para as pessoas ao nosso redor.
Minha ideia é bem simples e baseada em três coisas: 
  1. o filme "A Corrente do Bem"; 
  2. uma palestra super viajante, mas que me marcou; 
  3. uma meditação realizada no TEDxLaçador.
Tá a Mel tá doida, e ninguém tá entendendo nada!
Eu explico!! Lê até o final, é rapidinho e nada de preguicinha, hein!
  1. No filme "A Corrente do Bem" o protagonista faz uma conta que multiplica boas ações. Cada um precisa fazer ações realmente importantes para 3 pessoas, e essas 3 para mais 3, e assim por diante, até que todo mundo seja contagiado.  Para ver a cena clique aqui
  2. A palestra super viajante mas que me marcou muito dizia o seguinte:  Existe um lugar chamado campo das ideias, ou campo mórfico, onde as ideias podem ser acessadas por todos. Como uma memória ou consciente coletivos... Para acessar essas ideias, basta que um número grande de pessoas tenha a mesma ideia, o mesmo pensamento, para que o comportamento comece a mudar. Lógico que eu estou sendo bem sucinta e que se pode ler muito mais sobre o tema pesquisando por "Teoria do 100° macaco" aqui.
  3. Sobre a meditação, a proposta era bem simples: desejar a paz para nós mesmos e para todos ao nosso redor. Para isso basta dizer mentalmente: "...eu estou em paz. Minha família está em paz. Meus amigos estão em paz. Meu trabalho está em paz. Meu bairro está em paz. Minha cidade está em paz."
Quando eu juntei essas 3 coisas pensei assim: se eu espalhar 100 papeis com as frases desejando paz em lugares diferentes, 100 pessoas diferentes estarão pensando nisso e modificando o campo mórfico, distribuindo a paz para mais e mais pessoas na cidade.
Mas Mel, 100 papeis??? E a sustentabilidade, e a sujeira nas ruas? 

  • Bom, comecei com 3 papéis por dia, vou precisar de pouco mais de um mês...
  • Usei papel de rascunho que sobra aqui da empresa. (tomei o cuidado de recortar o nome...)
  • Umas canetinhas coloridas (para ficar com a minha cara) e voilá, ficou bonitinho, a ideia é que as pessoas peguem o papel, então não vai sujar a rua, certo?


Mas Mel, o que tu tá ganhando com isso? Muito!!! To tentando fazer com que as pessoas ao meu redor se sintam melhores. Tentando proteger meus familiares para que eles estejam convivendo com pessoas melhores. To tentando melhorar o trânsito da minha cidade, para que motoristas em paz, vejam que todos vão parar no mesmo sinal vermelho, andando a 50km/h ou a 80km/h. Para que nossos jornais não precisem mais noticiar números absurdos de mortes nas estradas a cada feriado... 
Eu to tentando buscar um pouco de paz pra mim, pq a humanidade me incomoda quando não está em paz. 
E é importante ressaltar que ser pacífico não tem nada a ver com ser passivo, ok?!? Fora mundo chato, e pessoas blé, com cara de pastel. Conheço muita gente que fica super em paz numa aula pegada de jump com aquele eletrônico a todo vapor!!! ;)


>>> Mais alguns argumentos:

Se vc é empresário e tá lendo isso: pessoas em paz trabalham melhor. Rendem mais. São mais felizes!
Se vc é funcionário e tá lendo isso: colegas em paz são mais fáceis de lidar, mas ágeis e ativos!
Se vc é professor e tá lendo isso: alunos em paz não parecem uma ótima pedida?
Se vc é aluno e tá lendo isso: aquela prova de recuperação de um professor em paz, não parece ter mais chance de ser aprovado?

Bom, e já que foi um convite para que vocês também participassem dessa campanha...
Rabisca aí num pedaço papel: 
Diga mentalmente...
...eu estou em paz. 
Minha família está em paz. 
Meus amigos estão em paz. 
Meu trabalho estão em paz. 
Meu bairro está em paz. 
Minha cidade está em paz.
[Multiplique]

É rápido, prático e indolor. Se duvidar é até divertido distribuir essas mensagens por aí. Vale colocar no ônibus, no elevador, largar na gráfica expressa, na padaria da esquina. Coloca na caixa de correio de seus vizinhos do prédio. Mande e-mail, publique na sua timeline... 
Mas ó, posso dizer uma coisa.... Se largar o CTRL+C e o CTRL + V de mão, só você vai mentalizar muito mais a cada vez que estiver escrevendo a mensagem!
É só uma ideia, e mesmo que você não multiplique já leu esse post e mentalizou alguma coisa sobre a PAZ, então já me ajudou um pouquinho a colocar essa ideia no campo das ideias!
Então obrigada!

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Uma grande mensagem sobre a vida....


O tempo vai repontando
O meu destino pagão
Vou tenteando o chimarrão
Da madrugada clareando
Enquanto escuto estralando
O velho brasedo vivo
Nesse ritual primitivo
Sempre esperando, esperando...
É a sina do tapejara
Nós somos herdeiros dela
Bombear a barra amarela
Do dia quando se aclara
Sentir que a mente dispara
Nos rumos que o tempo traça
Eu me tapo de fumaça
E olho o tempo veterano
Entra ano e passa ano
Ele fica a gente passa
Que viu o tempo passar
Há muita gente que pensa
Mas é grande a diferença
Ele não sai do lugar
A gente que vive a andar
Como quem cumpre um ritual
É o destino do mortal
É o caminho dos mortais
Andar e andar nada mais
Contra o tempo, sempre igual.
Tempo é alguém que permanece
Misterioso impenetrável
Num outro plano imutável
Que o destino desconhece
Por isso a gente envelhece
Sem ver como envelheceu
Quando sente aconteceu
E depois de acontecido
Fala de um tempo perdido
Que a rigor nunca foi seu.
Pensamento complicado
Do índio que chimarreia
Bombeando na volta e meia
Do presente no passado
Depois sigo ensimesmado
Mateando sempre na espera
O fim da estrada é a tapera
O não se sabe do eterno
Mas a esperança do inverno
É a volta da primavera.
Os sonhos são estações
Em nossa mente de humanos
Que muitas vezes profanos
Buscamos compensações
Na realidade as razões
Onde encontramos saída
Nessa carreira perdida
Que contra o tempo corremos
Já que, a rigor, não sabemos
O que haverá além da vida.
Dentro das filosofias
Dos confúcios galponeiros
Domadores, carreteiros
Que escutei nas noites frias
Acho que a fieira dos dias
Não vale a pena contar
E chego mesmo a pensar
Olhando o brasedo perto
Que a vida é um crédito aberto
Que é preciso utilizar.
Guardar dias pro futuro
É sempre a grande tolice
O juro é sempre a velhice
E de que adiante este juro
Se ao índio mais queixo duro
O tempo amansa no assédio
Gastar é o melhor remédio
No repecho e na descida
Porque na conta da vida
Não adianta saldo médio!