segunda-feira, 25 de julho de 2011

I am the captain of my soul - poema "Invictus"

Assisti nesse final de semana, "Invictus" de Clint Eastwood. Um filme inspirador.
Tomadas ótimas... E até para quem não entende nada de rugby - emocionante!
Morgan Freeman interpreta Mandela, e fala diversas vezes em inspiração, em coletividade, em nação.... Mandela fala em perdão, em mudança, em esforço até a exaustão. 
Quantos de nós está disponível para isso?!?
Abaixo o poema que o fazia levantar da cama na prisão, quando o que mais queria era ficar deitado.

“Invictus”
por William Ernest Henley
Out of the night that covers me
Black as the pit from pole to pole
I thank whatever gods may be
For my unconquerable soul.      
In the fell clutch of circumstance
I have not winced nor cried aloud
Under the bludgeonings of chance
My head is bloody, but unbowed. 
Beyond this place of wrath and tears
Looms but the horror of the shade,
And yet the menace of the years
Finds, and shall find, me unafraid.   
It matters not how strait the gate,
How charged with punishments the scroll,
I am the master of my fate
I am the captain of my soul.  
  

Invictus (tradução)

Noite à fora que me cobre
Negra como um breu de ponta a ponta,
Eu agradeço, a quem forem os deuses
Por minha alma incansável. 
Nas cruéis garras da circunstância
Eu não fiz cara feia ou sequer gritei.
Sob as pauladas da sorte
Minha cabeça está sangrenta, mas não rebaixada.                    
Além deste lugar de raiva e lágrimas
É iminente o horror da escuridão,
E ainda o avançar dos anos
Encontra, e me encontrará, sem medo. 
Não importa o quão estreito seja o portão,
O quão carregado com castigos esteja o pergaminho,
Eu sou o mestre de meu destino;
Eu sou o capitão de minha alma.
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Crédito da imagem: We heart it

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