quinta-feira, 29 de abril de 2010

..se reunindo e... ai meu deus!!!

Post estilo twitter: "estou com a sensação de que as pequenas tarefas do dia-a-dia estão se reunindo, formando um monstro que em 2s vai começar a correr atrás de mim!!! #medo"

terça-feira, 27 de abril de 2010

Depois de 2 semanas....

Depois de 2 semanas.... recebo a resposta da Ouvidoria da PUCRS, sobre aquela maldita noite que não consegui entrar na PUC, e ainda por cima subestimando minha inteligência....
Era melhor que me dissessem "Desculpa, é um problema que não temos como resolver."
Como que eu faço para estacionar lá no Parque Esportivo e atravessar todo o estacionamento, a passarela, e metade da PUC para chegar na biblioteca, com uma mochila com OITO livros e um netbook?!?
Láááááááá no Parque Esportivo sobrou vagas... Lógico, quem vai se arriscar a andar por aí de noite?!?
#fail.

Ouvidoria da PUCRS - Resposta Manifestação

faleconosco@pucrs.br para mim
mostrar detalhes 09:00 (57 minutos atrás)

Prezado(a) Senhor(a) Melissa Costa Danda,

Segue resposta a sua manifestação, registrada na Ouvidoria da PUCRS sob nº 101.091.544.266, em 13/04/2010:

Dados do Cadastro da Manifestação:
Código: 101.091.544.266
Data: 13/04/2010
Classificação: Reclamação
Assunto: ESTACIONAMENTO
Dados da Ocorrência do Fato:
---------------------------
Data: 13/04/2010
Unidade: Pró-Reitoria de Administração e Finanças
Envolvidos: Melissa Costa Danda e Trânsito que ocorre no entorno da universidade devido a qtdade de carros que a PUC atrai!
Descrição: Hj é dia 13/04 - terça, tentei chegar na universidade para ter aula e escrever minha monografia. Fiquei DUAS HORAS parada em frente à PUC para chegar em frente a rua do estacionamento e a EPTC havia bloqueado o acesso.
Perdi DUAS HORAS do meu dia, do meu tempo de produção do meu trabalho e acho que alguém tem que tomar alguma atitude em relação ao TRÂNSITO caótico que todos os dias acontece em frente a Universidade.
Quem paga a aula que eu perdi?!?!?!?! Só eu.
Quem não escreveu a monografia? Eu.
Quem está aqui perdendo tempo escrevendo para vcs sobre um problema CONSTANTE????? EU de novo.
Palhaçada tem hora. Esse problema já virou PALHAÇADA.

Dados da Resposta:
Data: 27/04/2010
Responsável: Carmem Sanson
Unidade: Pró-Reitoria de Administração e Finanças
Resposta: Prezada Melissa,
Recebemos sua reclamação. De fato, o trânsito, tanto na segunda quanto na terça-feira apresentou problemas maiores do que o normalmente registrado. Em parte, a situação foi gerada pela realização do XXIII Fórum da Liberdade, evento com repercussão internacional, cujo local sempre foi a PUCRS.
Por outro lado, para minimizar a situação, foi sugerido a todos os participantes do Fórum quanto aos alunos para que usassem, preferencialmente, o estacionamento do Parque Esportivo e do Hospital São Lucas. Nos dois, a lotação não chegou a 25%, sobrando, portanto, muitas vagas.
Em relação ao trânsito em geral, de fato temos cada vez mais carros em circulação. No entanto, a construção de novas ruas, avenidas, perimetrais e estacionamentos não ocorre na mesma velocidade com que veículos novos que passam a circular. Assim, a tendência da mobilidade urbana tende a se agravar.

Atenciosamente,
Gabinete da Pró-Reitoria de Adminsitração e Finanças
A Ouvidoria da PUCRS agradece a sua colaboração e coloca-se à disposição para novos contatos:
Pessoalmente ou Correspondências: Campus Central PUCRS, Central de Atendimento ao Aluno (Prédio 15), de 2a à 6afeira, das 8h às 12h e das 13h30min às 18h. Havendo necessidade, o contato pode ser agendado em outros horários.
Telefone: (51) 33203500
Site: http://www.pucrs.br/

Atenciosamente,
Inedí Teixeira e Luiz Fernando Guedes
Ouvidora e Assessor da Ouvidoria Institucional

domingo, 25 de abril de 2010

O Teatro Mágico na novela Viver a Vida

Sobre o Teatro Mágico na Globo e outras mídias de massa

Por Gustavo Anitelli , sociólogo, faz parte da organização geral do Movimento “Música Pra Baixar”, “Fórum de Mídia Livre”  e  é Coordenador Geral da Cia.  musical “O Teatro Mágico”.

Galera, vou apresentar aqui nossa posição sobre as mídias de massa, para que não existam dúvidas sobre o que acreditamos e fazemos.  A história do Teatro Mágico é baseada na luta contra o monopólio da comunicação, mesmo quando não tínhamos uma formulação sobre isso. Para quem nos acompanha há muito tempo, sabe que nos estruturamos a partir do relacionamento direto com o público militante que acredita no nosso trabalho. Após sonhar muito com contratos ilusórios, percebemos que só havia uma alternativa para o projeto sem um grande financiador; arregaçar as mangas e realizar um trabalho de formiguinha, lado a lado com as pessoas que acreditavam na nossa arte.
Optamos desde o início por disponibilizar nossas músicas na rede, quando ninguém falava sobre isso. Conversávamos diretamente com as pessoas, antes e depois dos shows. Elaboramos uma vida na rede, botando a cara pra bater sobre variados assuntos, como nos dias de hoje. Nessa jornada recebemos muitos convites, e também fomos vetados em várias participações, justamente por termos uma posição muito clara contra o JABÁ na televisão e nas rádios. Para além desta pauta, Fernando em especial nunca deixou de se envolver em assuntos que inclusive são muito polêmicos dentro da nossa própria comunidade como apoiar a Reforma Agrária do MST, apoiar a candidatura Lula etc. São inúmeras as pautas que nos envolvemos nestes anos de labuta, sem medo de ferir às vezes até parte daqueles com quem temos rabo preso; nosso público. Sob ameaça de nos prejudicar, nunca deixamos de defender um Brasil diferente, justo, democrático e transformador…..Pra gente, fama, sucesso e dinheiro é muito pouco….é nada….o que nós queremos é fazer história!
Quando recebemos o convite da Globo, estávamos em um contexto muito interessante, pois inúmeros contratantes e pessoas de governos e instituições representativas duvidavam do nosso potencial, justamente por  pouco entenderem sobre  Internet. Dentro da nova sociedade da informação, onde existem inúmeras referências de conteúdo, muitas pessoas conhecem nosso projeto, como muitas não conhecem, diferentemente do passado em que, ou todo mundo estava informado sobre um projeto musical, ou ninguém sabia do que se tratava, já que a única porta de entrada na casa das pessoas era a TV  com poucos canais, todos estes com uma programação dirigida a partir dos astros das gravadoras.
Mesmo com a força da rede e do nosso público, também enfrentamos a resistência política por parte de alguns veículos de comunicação, que organizam prêmios e veiculam reportagens inventando bandas novas que não têm a menor legitimidade social, nos escanteando o máximo possível.
Nesse contexto, nunca mudamos nossa pauta, nunca mudamos nosso discurso e continuamos cada vez mais a radicalizar, dando conseqüência ao que estávamos falando. No ano de 2009 criamos o movimento Música Pra Baixar, juntando produtores, militantes do software livre , compositores e quem mais quisesse participar em torno das pautas da música livre, da Internet livre, da comunicação livre. Lutamos contra a Lei Azeredo que criminalizava as pessoas que baixavam músicas, propusemos uma nova Lei de Direito Autoral, participamos da Conferência de Comunicação aprovando no documento final a Criminalização do Jabá entre outras pautas. Nunca nos furtamos ao debate, e agora, com o convite da Globo, temos a condição de amplificar muito mais o nosso discurso.

Infelizmente, vivemos em um país em que a Internet ainda está em processo de crescimento. O Brasil é considerado um dos países mais desiguais do mundo, nossa história de dominação de uma elite militar e gananciosa justifica isso. Em 2005 somente 33% da população já tinha tido algum tipo de acesso à  Internet ; Hoje chegamos a 49%. No entanto sabemos que uma coisa é ter a banda larga e um computador em casa, a outra é fazer um email, ou verificar uma proposta de trabalho uma vez somente numa Lan House. Na classe mais rica (considerada A), 85% das pessoas, incluindo crianças e idosos, já acessaram  a Internet;  Já nas classes D e E, este número cai para 17% . Sou um grande defensor da Internet, mas não podemos nos iludir achando que esse mecanismo de comunicação já está acessível para todos.  Ainda existe uma diferença enorme, social e econômica de quem tem real acesso e navegabilidade pela rede. Ocupar este espaço na TV é dialogar desde o rico ou classe média, público com o qual o TM já fala, até os menos privilegiados, já que a TV dá acesso a todos esses segmentos.
Nunca dependemos da grande mídia para construir nosso trabalho, nunca nos vendemos e nem fomos pautados pelos meios de comunicação, nós é que os pautamos! Pra gente, participar destes espaços só engrandece tudo que estamos dizendo, fortalece nossas pautas. Vale dizer que negamos participação em muitos programas que exploravam a imagem da miséria e da pobreza como forma de show e entretenimento,  pois não nos sujeitamos a absolutamente nada que nos coloque em conflito com nossos ideais.
A TV é uma concessão pública, brigamos para democratizá-la, exigimos que enxerguem a nossa força, e quando somos convidados a mostrar nosso trabalho de forma honesta e digna, seria uma contradição não ocupar tal espaço.
Hoje no Brasil, podemos afirmar com tranqüilidade que possuímos o projeto de maior alcance militante e engajado do país, debatendo diariamente a questão do meio ambiente, a comunicação livre, a Internet livre, a reforma agrária, a liberdade e igualdade das mulheres, e um projeto de país justo, igualitário e soberano. Desconstruímos a imagem do artista superstar e recriamos seu sentido do ponto de vista humanitário e cidadão. Esta aparição só potencializará nosso discurso, uma vez
que não estamos aqui para construir em cima de estereótipos, mas sim para mudar este Brasil desigual e injusto.
Quando assumi a coordenação geral deste projeto, tive uma conversa histórica com o Fernando Anitelli.  Naquele momento eu estava largando minha carreira na sociologia e militância partidária para vestir a camisa integralmente do projeto. Na reunião fiz somente um pedido: Disse a ele que só poderia transformar o Teatro Mágico no meu projeto de vida, se o projeto de vida do Teatro Mágico fosse,  para além da arte, a luta pela justiça e igualdade. Com tranqüilidade, e sem titubear, Fernando afirmou que sua carreira não faria sentido se não trabalhássemos muito por um mundo solidário e humano. Ele falou e cumpriu, poderia ter feito mil acordos, mas manteve sua crença, politizou-se na caminhada, fundou um movimento nacional e se tornou um dos principais aliados dos movimentos sociais no Brasil.
Vamos que ainda tem muita história, muitas dúvidas seguem daqueles que não nos conhecem a fundo, pressões de um lado e de outro, mas junto ao nosso público e nossa crença, a gente segue a vida….O nosso caminho a gente faz caminhando.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Festa à Fantasiaaaa

Só que desta vez é para os mascotes queridos!!!



O Ricardo é um veterinario de mão cheia, e olha que ele ainda não cuidou do Chip... Conheçam o trabalho dele no site www.vitalvetpoa.com.br

Beijos crianças!!!

domingo, 18 de abril de 2010

Pelo menos uma resposta....

Senhora:

Em atenção a sua mensagem, informamos que o fechamento dos estacionamentos da PUC é de total responsabilidade da Universidade. Ocorre que tal entidade programou o evento ( XXIII Fórum da Liberdade ) nos dia 12/04/10 e 13/04/10 com programação de várias palestras em horário de pico com presença de diversas autoridades.

Como agravante ao caos, não informaram seus alunos e tão pouco previram um número estimado de público, o que veio a comprometer seu próprio espaço físico destinado aos estacionamentos de veículos.

Consequentemente, todos os esforços da fiscalização para gerar fluidez na via e possibilitar o deslocamento dos usuários que por ali passam diariamente, não foram suficientes.

Contudo, salientamos que nossa equipe organizou o transito e resolveu o problema em tempo hábil, através de 14 agentes a pé mais 6 agentes em 03 viaturas.



Atenciosamente,

Vanessa Junqueira

Agente de Atendimento

eptc@eptc.prefpoa.com.br

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Eu aprendi

EU APRENDI...

... Que eu não posso exigir o amor de ninguém, posso apenas dar boas razões para que gostem de mim e ter paciência, para que a vida faça o resto.
... Que não importa o quanto algumas coisas são importantes para mim, tem gente que não dá a mínima e eu jamais conseguirei convencê-las.
...Que posso passar anos construindo uma verdade e destruí-la em apenas alguns segundos.

EU APRENDI...


... Que posso usar meu charme por apenas 15 minutos, depois disso, preciso saber do que estou falando.
... Que posso fazer algo em um minuto e ter que responder por isso o resto da vida.
... Que por mais que você corte um pão em fatias, esse pão continua tendo duas faces, e o mesmo vale para tudo o que cortamos em nosso caminho.

EU APRENDI...

... Que vai demorar muito para me transformar na pessoa que quero ser, e devo ter paciência.
... Que posso ir além dos limites que eu próprio coloquei.
... Que eu preciso escolher entre controlar meus pensamentos ou ser controlado por eles.

EU APRENDI...

... Que os heróis são pessoas que fazem o que acham que devem fazer naquele momento, independentemente do medo que sentem.
... Que perdoar exige muita prática.
... Que há muita gente que gosta de mim, mas não consegue expressar isso.

EU APRENDI...

... Que nos momentos mais difíceis, a ajuda veio justamente daquela pessoa que eu achava que iria tentar piorar a minha vida.
... Que eu posso ficar furioso, tenho o direito de me irritar, mas não tenho o direito de ser cruel.
... Que jamais posso dizer a uma criança que seus sonhos são impossíveis, será uma tragédia para o mundo se eu conseguir convencê-la disso.

EU APRENDI...

... Que meu melhor amigo vai me machucar de vez em quando, que eu tenho que me acostumar com isso.
... Que não é o bastante ser perdoado pelos outros, eu preciso me perdoar primeiro.
... Que, não importa o quanto meu coração esteja sofrendo, o mundo não vai parar por causa disso.

EU APRENDI...

... Que as circunstâncias de minha infância são responsáveis pelo que eu sou, mas não pelas escolhas que eu fiz quando adulto.
... Que numa briga, eu preciso escolher de que lado estou, mesmo quando não quero me envolver.
... Que, quando duas pessoas discutem, não significa que elas se odeiem; e quando duas pessoas não discutem não significa que elas se amem.
... Que por mais que eu queira proteger os meus filhos, eles vão se machucar e eu também serei machucado, isso faz parte da vida.
... Que minha existência pode mudar para sempre em poucas horas, por causa de gente que eu nunca vi antes.

... Que diplomas na parede não me fazem mais respeitável ou mais sábio.

EU APRENDI...

... Que as palavras de amor perdem o sentido, quando usadas sem critério.
... Que certas pessoas vão embora de qualquer maneira.
... Que é difícil traçar uma linha entre ser gentil, não ferir as pessoas, e saber lutar pelas coisas em que acredito.

EU APRENDI...

... Que amigos não são para guardá-los no peito, e sim para mostrá-los que são seus amigos.

terça-feira, 13 de abril de 2010

Indignação para leitor@zerohora.com.br

A situação caótica do trânsito da Ipiranga no horário entre 18h30 e
19h30 é insustentável. Sou aluna da Universidade e hoje não consegui
entrar no estacionamento por uma ação incompreensível da EPTC que
estava bloqueando a rua. Fiquei das 18h30 às 20h16 na Ipiranga, quando
desisti de participar da aula.... Qdo é que PUC e EPTC vão unir forças
para solucionar o problema no local?!?!?!?!

Reclamação no site da EPTC

Gostaria de deixar registrada a minha indignação com a ação incompreensível da EPTC em bloquear o acesso ao estacionamento da PUCRS no dia de hoje. Foram DUAS HORAS de engarrafamento em frente a Universidade e eu não consegui entrar... Já reclamei na Universidade que é negligente frente a essa situação e a EPTC pela péssima atuação no local.

Email para diplomadospucrs@pucrs.br

Quero manifestar minha indignação como aluna da PUCRS e cidadã da cidade de Porto Alegre.
O trânsito em frente a Universidade está insustentável... Hoje passei DUAS HORAS em frente a PUC e não consegui entrar no estacionamento pq a EPTC estava trancando o acesso a rua lateral, onde está a entrada para o estacionamento.
Quando a PUC vai tomar uma providencia concreta com relação a isso?????
O estacionamento novo não vai mudar a engenharia de trânsito na Ipiranga.
Eu trabalho no Centro até 18h18. É possível chegar na Universidade num dia normal após UMA hora....
Hoje demorou DUAS!!!!
Resultado: Não consegui entrar na universidade, não fui na aula e não cumpri o calendário de produção da minha monografia.
Quem paga por isso? Quem me acalma depois da crise de stress que eu tive pq acabei vindo pra casa????
Ninguém.
Ou melhor EU. Eu pago as aulas, e não tenho como entrar. Eu tenho a melhor biblioteca, mas não tenho como chegar nem perto de carro.
A PUC tem que tomar providencias serias junto a EPTC.
Minha vontade hoje era de atirar o carro em cima da calçada e ir a pé. Mas aí quem pagaria a multa?!?!?!? Eu de novo!
Já liguei e entrei em contato com a ouvidoria.
Já escrevi para a ouvidoria.
Já respondi mail mkt para ASCOM.
Agora vou mandar email para todas as pessoas que conheço para que divulguem a completa negligencia da Universidade e da EPTC.
Ah, já postei no twitter, facebook e no meu blog tb....
Pra completar, um artiguinho bacana para os principais jornais da cidade pode ser interessante.
Ameaça? Não, não... Foi a FAMECOS que me ensinou sobre o poder da imprensa... sobre os deveres dos jornalistas....
Quando eu consigo entrar na Universidade eu vou na aula!

Por enquanto é isso....

Att.

Melissa Danda
meldanda@gmail.com
(51) 9236.3468

PALHAÇADA!

No que estou pensando agora?!?!?! Eu respondo! Estou pensando nas duas horas que perdi num engarrafamento em frente a PUC e não tive como entrar na faculdade, pq a EPTC estava bloqueando a rua de acesso ao estacionamento! Estou pensando como fica a minha monografia que eu ia pra biblioteca escrever... De que adianta ter uma biblioteca espetacular se quem vai de carro para a universidade não tem como entrar?!?!?!?!?!?!
Hoje eu não assisti aula, eu não escrevi minha monografia. Eu só perdi DUAS HORAS – 120 min do meu dia presa dentro de um carro.
Se o nome disso não é palhaçada eu não sei mais como se chama.
Liguei para a ouvidoria da PUCRS e a resposta do atendente do outro lado: “Os pedidos tem que ser registrados senhora.” E eu respondi: “Então eu vou registrar pelo telefone, pelo site, vou ligar na Gaúcha e entrar em contato com a ZH.”
Palhaçada tem hora. Nem a PUC, nem a EPTC sabem do que alguém sobre pressão com uma monografia é capaz!