segunda-feira, 31 de agosto de 2009

The Secret Life of Bees

Morando em uma fazenda de pêssego na Carolina do Sul com seu pai, duro e inflexível, Lily Owens moldou sua vida inteira em torno de uma lembrança devastadora e turva em sua memória - sua mãe estava morta, quando Lily tinha apenas quatro anos.
Desde então, sua única companhia real tem sido o coração forte, e às vezes, apenas feroz, de uma mulher negra, Rosaleen, sua babá.
Quando Rosaleen insulta três dos mais profundos racistas na cidade, Lily sabe que é primavera, momento de se sentirem livres. Ela resolve fugir. Os pensamentos de Lily a levam a pensar em ir em direção a uma cidade chamada Tiburon, Carolina do Sul - um nome que ela encontrou na parte de trás de uma imagem entre os poucos bens deixados por sua mãe.
Lá elas são acolhidas por um excêntrico trio de irmãs negras que trabalham com apicultura chamadas de May, June e August. Lily pensa nelas como as irmãs do calendário e entra em seu fascinante mundo secreto de abelhas e mel, além da Madona Negra, que preside esta família de mulheres fortes e cultas. A perda maternal e traição, culpa e perdão se entrelaçam em uma história que leva a Lily a única coisa que seu coração anseia.

The Secret Life of Bees, ou A Vida Secreta das Abelhas tem uma rara sabedoria sobre a vida - sobre mães e filhas e as mulheres em nossas vidas que se tornam nossas mães verdadeiras.
Uma história notável sobre o poder divino das mulheres e do poder transformador do amor.
É o tipo de romance que as mulheres indicarão entre si e que as mães transmitirão às suas filhas para os próximos anos.

Fui assistir este filme ontem, e tinha visto o trailer apenas... Cheguei achando que veria uma aventura e saí profundamente tocada por um drama.
Chorei que sai do cinema "deformada"!
Um elenco espetacular, com situações incríveis para proporcionar uma importante reflexão a respeito do racismo, das diferenças culturais, mentira e verdade, relação familiar mas principalmente sobre o amor, e como ele relfete nas pessoas a quem nos dedicamos.
Não imaginava ver um filme tão triste mas ao mesmo tempo tão bonito...
Acredito que a profundidade dos sentimentos é proporcional ao tanto que nos abrimos, ao tanto que nos permitimos sentir...
Seja o sentimento que for....
Recordei muitas lições vendo esse filme...
Acho que vou assistir de novo, talvez sem chorar tanto.... heehehehehehehhe...

Até mais!

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