quinta-feira, 7 de maio de 2009

Tão forte quanto um castelo de cartas


Queria escrever um texto intenso.

Um livro inteiro sobre um milhao de sentimentos que esotu sentindo.

Queria escrever a Bíblia, uma enciclopédia....

Pixar um muro inteiro com minha existencia estranha,

Estou esperando, não sei o que, não sei pra quando.

Tem dias que as esperanças se vão.

Que o cansaço vem.

Que o dinheiro não chega.

Tem dias que a crise é entre uma sinapse e outra.

Tem dias que tá chovendo dentro de mim, vira enchente, e transborda pelas margens...

Pelos olhos.

É um turbilhão de idéias, pensamentos, dá vontade de chutar tudo pro alto.

Dá vontade de abraçar todo mundo e ao mesmo tempo....

Virar elétron.

Dá vontade de fechar a cara e rosnar...

Mas ao mesmo tempo, tenho a certeza que se fizer isso... Eles vão vencer.

Não me pergunte quem são eles.

São todos os outros.

Todos alheios à minha existência, à minha dúvida.

Há minha dúvida em tudo que eu faço.

Eu queria dançar, dar show, subir no palco.

Ainda assim, lembro que escolhi fazer jornalismo pq um slogan não me permite dizer tudo que eu queria dizer.

Eu precisava de mais.

Agora não preciso.

Agora estou impotente. Enfraquecida.

Vou juntar cada carta do baralho e recomeçar o castelo.

Um dia eu chego no topo sem ninguém pular em cima.

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