sábado, 13 de dezembro de 2008

Festa 2009 na cabeça


Dia 13 de dezembro foi um dia bem especial...
Sábado, trabalhando para a festa de final de ano da CDL....
Recebemos mais de 100 pessoas no Ritz Terrazza.
A festa 2009 NA CABEÇA foi um sucesso! Com direito a apresentação dos gestores, vento negro, e show das bandas dos funcionários.
Ilhas de comidinhas que fizeram a alegria do pessoal: pães e frios, sushi, salgados, árabe e doces.
Bartenders, dançarinos e muito adereço na cabeça.
O Marketing preferiu o diferente na unidade: perucas coloridas!
Os meninos do comercial de pirata, casal black power e muitas anteninhas! Chapéu de cowboy, de caneco de chopp e auréola de anjo! Tinha noiva, índia e princesa.
Foi o máximo!
Ouvimos muitos elogios e com certeza ralamos muito para conquistar esse mérito.

E ainda tinha crepe e churrasquinho!!!! Que nem disse o Felipe.

Foi ótimo! Fica aqui o registro de que se não fosse as pessoas, não teria uma festa tããããão boa!

VALEU CDL POA!

Beijão.


Contato do Ritz Terrazza


Av. Protasio Alves, 2561 - Petropolis

Fone: 3334.0196

domingo, 7 de dezembro de 2008

Aquarela

Toquinho

Composição: Toquinho / Vinicius de Moraes / G.Morra / M.Fabrizio

Numa folha qualquer
Eu desenho um sol amarelo
E com cinco ou seis retas
É fácil fazer um castelo...

Corro o lápis em torno
Da mão e me dou uma luva
E se faço chover
Com dois riscos
Tenho um guarda-chuva...

Se um pinguinho de tinta
Cai num pedacinho
Azul do papel
Num instante imagino
Uma linda gaivota
A voar no céu...

Vai voando
Contornando a imensa
Curva Norte e Sul
Vou com ela
Viajando Havaí
Pequim ou Istambul
Pinto um barco a vela
Branco navegando
É tanto céu e mar
Num beijo azul...

Entre as nuvens
Vem surgindo um lindo
Avião rosa e grená
Tudo em volta colorindo
Com suas luzes a piscar...

Basta imaginar e ele está
Partindo, sereno e lindo
Se a gente quiser
Ele vai pousar...

Numa folha qualquer
Eu desenho um navio
De partida
Com alguns bons amigos
Bebendo de bem com a vida...

De uma América a outra
Eu consigo passar num segundo
Giro um simples compasso
E num círculo eu faço o mundo...

Um menino caminha
E caminhando chega no muro
E ali logo em frente
A esperar pela gente
O futuro está...

E o futuro é uma astronave
Que tentamos pilotar
Não tem tempo, nem piedade
Nem tem hora de chegar
Sem pedir licença
Muda a nossa vida
E depois convida
A rir ou chorar...

Nessa estrada não nos cabe
Conhecer ou ver o que virá
O fim dela ninguém sabe
Bem ao certo onde vai dar
Vamos todos
Numa linda passarela
De uma aquarela
Que um dia enfim
Descolorirá...

Numa folha qualquer
Eu desenho um sol amarelo
(Que descolorirá!)
E com cinco ou seis retas
É fácil fazer um castelo
(Que descolorirá!)
Giro um simples compasso
Num círculo eu faço
O mundo
(Que descolorirá!)...

Paz

A serenidade que existe na paz de espírito quando se está feliz, deve ter o sabor da fruta preferida, a fragrância da pessoa amada, o calor do sorriso do melhor amigo e o aconchego do colo da mãe fraterna...

O COELHO E O CACHORRO

De vez em quando surgem umas histórias que todos que contam juram ser verdade e até dizem que tem um primo que conheceu a vizinha da sobrinha da pessoa com a qual aconteceu o caso. A mais célebre é aquela do sapatinho vermelho da sogra que desliza debaixo do banco do carro. Lembrou?

Agora pintou uma nova. Simplesmente genial. Quem me contou garante que aconteceu na Granja Vianna, bairro da classe média alta em São Paulo, semana passada.

Eram dois vizinhos. O primeiro vizinho comprou um coelhinho para os filhos. Os filhos do outro vizinho pediram um bicho para o pai. O doido comprou um pastor alemão. Papo de vizinho:

- Mas ele vai comer o meu coelho.

- De jeito nenhum. Imagina. O meu pastor é filhote. Vão crescer juntos, pegar amizade. Entendo de bicho. Problema nenhum.

E parece que o dono do cachorro tinha razão. Juntos cresceram e amigos ficaram. Era normal ver o coelho no quintal do cachorro e vice-versa. As crianças, felizes.

Eis que o dono do coelho foi passar o final de semana na praia com a família e o coelho ficou sozinho. Isso foi na sexta-feira. No domingo, de tardinha, o dono do cachorro e a família tomavam um lanche, quando entra o pastor alemão na cozinha. Pasmo.

Trazia o coelho entre os dentes, todo imundo, arrebentado, sujo de terra e, é claro, morto. Quase mataram o cachorro.

- O vizinho estava certo... E agora, meu Deus?

- E agora?

A primeira providência foi bater no cachorro, escorraçar o animal, para ver se ele aprendia um mínimo de civilidade e boa vizinhança. Claro, só podia dar nisso. Mais algumas horas e os vizinhos iam chegar. E agora? Todos se olhavam. O cachorro rosnando lá fora, lambendo as pancadas.

- Já pensaram como vão ficar as crianças?

- E você cala a boca, porra!

Não se sabe exatamente de quem foi a idéia, mas era infalível. Vamos dar um banho no coelho, deixar ele bem limpinho, depois a gente seca com o secador da sua mãe e coloca na casinha dele no quintal.

Como o coelho não estava muito estraçalhado, assim fizeram. Até perfume colocaram no falecido. Ficou lindo, parecia vivo, diziam as crianças. E lá foi colocado, com as perninhas cruzadas como convém a um coelho cardíaco.

Umas três horas depois eles ouvem a vizinhança chegar. Notam o alarido e os gritos das crianças. Descobriram! Não deu cinco minutos e o dono do coelho veio bater à porta. Branco, lívido, assustado. Parecia que tinha visto um fantasma.

- O que foi? Que cara é essa?

- O coelho... O coelho...

- O quê que tem o coelho?

- Morreu!

Todos:

- Morreu? Inda hoje de tarde parecia tão bem...

- Morreu na sexta-feira!

- Na sexta?

- Foi. Antes da gente viajar as crianças enterraram ele no fundo do quintal!

***

A história termina aqui, neste domingo de páscoa, de noite. O que aconteceu depois não interessa. Nem ninguém sabe.

Mas o personagem que mais me cativa nessa história toda, o protagonista da história, é o cachorro.

Imaginem o pobre do cachorro que, desde sexta-feira procurava em vão pelo amigo de infância, o coelho. Depois de muito farejar, descobre o corpo. Morto. Enterrado. O que faz ele? Provavelmente com o coração partido, desenterra o pobrezinho e vai mostrar para os seus donos. Provavelmente estivesse até chorando, quando começou a levar porrada de tudo quanto é lado.

O cachorro é o herói. O bandido é o dono do cachorro. O ser humano. Sim, nós mesmos, que não pensamos duas vezes. Para nós o cachorro é o irracional, o assassino confesso. E o homem continua achando que um banho, um secador de cabelos e um perfume disfarçam a hipocrisia, o animal desconfiado que tem dentro de nós.

Julgamos os outros pela aparência, mesmo que tenhamos que deixar esta aparência como melhor nos convier. Maquiada.

Coitado do cachorro. Coitado do dono do cachorro. Coitado de nós, animais racionais.



ÂNGULO

Aonde irei neste sem-fim perdido,
Neste mar oco de certezas mortas? -
Fingidas, afinal, todas as portas
Que no dique julguei ter construído...

- Barcaças dos meus ímpetos tigrados,
Que oceano vos dormiram de Segredo?
Partiste-vos, transportes encantados,
De embate, em alma ao roxo, a que rochedo?...

Ó nau de festa, ó ruiva de aventura
Onde, em Champanhe, a minha ânsia ia,
Quebraste-vos também ou, porventura,
Fundeaste a Ouro em portos de alquimia?...

Chegaram à baía os galeões
Com as sete Princesas que morreram.
Regatas de luar não se correram...
As bandeiras velaram-se, orações...

Detive-me na ponte, debruçado,
Mas a ponte era falsa - e derradeira.
Segui no cais. O cais era abaulado,
Cais fingido sem mar à sua beira...

- Por sobre o que Eu não sou há grandes pontes
Que um outro, só metade, quer passar
Em miragens de falsos horizontes -
Um outro que eu não posso acorrentar...

Mário de Sá Carneiro

CLJ


Eu, amorosa

A dor lhe persegue
E teu coração desatento
Lhe ver não consegue
Querendo teu tento

Chorando sozinha
Na saudade escondia
Sua alma desalinha
Pois seu amor não correspondia

Pobre coração, amargurado
Sentimento tão embargado
Por ele acanhado

Te espera saudosa
Esta lágrima chorosa
Eu, amorosa...

Dúvida

A alegria plena...
De que adiantaria levantar tal discussão?
A tristeza absoluta existe?
Seria Deus tanto uma quanto outra?
Sentimentos inefáveis, alguém já teria sentido?
Se Deus é tudo isso e ainda mais
Seria pretensão humana considerar-se triste ou feliz?
Ou somos nós parte de Deus...
Ou nem tomamos conhecimento disso.

Melissa Danda

Lembranças

Estou em casa, domingo de sol e resolvi dar uma arrumada nas minhas bagunças.
Descobri que tenho muitas sacolas de lembranças... Então vou escanear e transcrever algumas para o blog...
Depois os originais podem ir fora, abrindo espaço para as novas experiências que tenho vivido.

"Todos os homens são criados iguais e dotados pelo Criador de certos direitos fundamentais, como a vida, a liberdade e a busca da felicidade. Para assegurar tais direitos, são instituidos Governos entre os homens. O justo poder desses Governo deriva do consentimento dos governados. Todas as vezes que qualquer forma de Governo tornar-se destrutiva desses objetivos, é do direito do povo alterá-la ou abolí-la (...)"

Trecho da Declaração de Independência, de Thomas Jefferson.

sábado, 29 de novembro de 2008

Para refletir

Arrumando arquivos antigos no meu computador enontrei uma série de mensagens ES-PE-TA-CU-LA-RES pra dar umas risadas nesse final de semestre.
Resolvi postar no blog para eternizar e comentar um por um!!! hehehehehehehehe....
Divirtam-se.

"Há um mundo bem melhor... Só que é caríssimo."

[Mel] Um dia eu chego lá!



"Se procuras uma mão disposta a te ajudar, tu a encontrarás no final do teu braço."

[Mel] uhauhauahahauahauhauahauhauha - na verdade depende da ajuda...



"Se tu és capaz de sorrir quando tudo deu errado, é porque tu já descobriste em quem pôr a culpa."

[Mel] Conheço gente assim....



"Existem dois tipos de esparadrapo: os que não grudam e os que não saem. "

[Mel] Band-aids também são assim...



"Dizei-me com quem andas e direi se vou contigo."

[Mel] Mor, essa é pra ti!!!



"Mais vale duas abelhas voando do que uma na mão."

[Mel] Mais vale duas abelhas na mão do que uma na cueca!


"Deus criou o homem antes da mulher para não ter que ouvir os palpites."

[Mel] Será?!?!!?


"O tempo que dura um minuto depende de que lado da porta do banheiro você está."

[Mel] uhauahauhauhauhauhauhauahauhauhauahauhauhauhauhaaaaaaaa..... A Jossana que o diga!!!

"A prática leva à perfeição, exceto na roleta russa."

[Mel] Sem graça...


"Se você tentou falhar e conseguiu, você descobriu o que é paradoxo."

[Mel] Quem é que tenta falhar?!?!?!?

" A advocacia é uma maneira legal de burlar a justiça."

[Mel] Tecnicamente treinados.

"Viva cada dia como se fosse o último. Um dia você acerta."

[Mel] Verdade verdadeira! hehehehehe...

"O bom do trabalho em equipe é que se algo der errado, sempre se poderá culpar alguém."

[Mel] Ou pelo menos dividi-la.

"Não se ache horrível pela manhã. Acorde ao meio-dia."

[Mel] Uhuuuu! To dentro!

"Evite acidentes. Faça de propósito."

[Mel] Se for beijo roubado vale.. Se for carro roubado, não....

"Na minha lápide podem escrever o seguinte: "A partir de agora, não contem mais comigo".

[Mel] Lógico.


"Canela: dispositivo para se encontrar móveis no escuro. "

[Mel] uhauahuahauhauahuahauahuahauha - no meu caso: luz apagada ou luz acesa dá no mesmo!

"O que o instrutor da escola de kamikases disse para os alunos? "Prestem atenção, que só vou fazer uma vez".

[Mel] Que horror!


"Quando os pais resolvem deixar de ser quadrados, a filha fica redonda."

[Mel]Para-choque de caminhão...

"Até um imbecil passa por inteligente, se ficar calado."

[Mel] do livro Técnicas Avançadas para parecer inteligente. Do mesmo consultor de imagem do Obhama, Carl Fischer. Um mestre!


"Júri: grupo de pessoas cuja tarefa é decidir quem tem o melhor advogado."

[Mel] hehehehe - enxerguei a cena do julgamento.

"As leis são como as salsichas: melhor não ver como foram feitas.. "

[Mel] Putz..


Putz pelas salsichas....


"Roubar idéias de uma pessoa é plágio. Roubar de várias, é pesquisa."

[Mel] Vulgo, monografia!.

NÃO LEVE A VIDA TÃO A SÉRIO. AFINAL, VOCÊ NÃO VAI SAIR VIVO DELA MESMO.

uhauhauahauhauhaauhauhauahauauhauahauhauhauahuahauha

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Não desiste! Não desiste!

Esqueci que tenho uma seguidoraaaaa!!!!
hehehehehehehe

O que posso escrever aqui....
Ando com algumas inquietudes em meu coração...
Acho que nada além do normal... mas....

Começemos do começo.
Escrevo poemas intensos desde os 10 anos. Minha mãe leu um deles pra mim semana passada.
Tenho saudade do cheiro de "sujeira" de criança que eu tinha nas mãos depois de brincar o dia inteiro na rua. Saudade de comer sacolé. Eu sei, alguns eram aguados, mas eram ótimos...
Incrível o que uma simples moedinha me fazia feliz.
Sempre achei que eu ia ser feia. Tinha certeza. Olhava no espelho e só via ossinhos...
Coloquei na cabeça que eu tinha que ser muuuuito legal, se não nunca ia achar um namorado!
Não ia ter amigos!!!
Com 11 anos eu ainda era só ossinhos. Com 13 porém, era bem maior do que sou hoje... e aí pensava: já que vou ser gorda e desengonçada, tenho que ser ainda mais legal.
Com 14 anos conheci Jesus. No Carnaval eu cantava: "encontrei Jesus, encontrei Jesus! Na casa do Senhor não existe 'satanáis', xô 'satanáis'!!!" E em outubro o Papai do Céu tocou meu coração... Foi muito diferente de todo o amor que eu já tinha sentido pelos meus pais, pelos amigos, ou familiares...
E foi aí que eu descobri, com 14 anos que precisava me conhecer muito para depois poder cuidar dos outros.
Estou nessa excursão para dentro tem um bom tempo... E acho que não acaba.
Imagino que uma viagem que não acaba tem vantagens e desvantagens....
É ruim pq não tem como pedir pra descer, pra trocar o motorista... É bom pq sempre tem um lugarzinho que ainda não tinha visto!

Hoje o dia foi repleto de mensagens sobre a vida. Resumindo uma delas que tem a ver com o assunto: dentro de nós temos dois lobos brigando. Um bom: com amor, esperança, paciência, sinceridade e felicidade. O outro é mau: com ódio, impaciência, rancor, ciúme e mentira.
No fim das contas a pergunta chave era "Quem vence?"
A resposta é simples: Aquele que você alimenta.

Olho para trás e para os dias atuais e penso que estou alimentando o lobo certo!
Bêju e até sabe Deus quando!!!! hehehehehehehehhe....

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

domingo, 26 de outubro de 2008

É Hoje

Fernanda Abreu

Composição: Indisponível

É HOJE
A minha alegria atravessou o mar
e ancorou na passarela
Fez um desembarque fascinante
No maior show da terra
Será que eu serei o dono dessa festa
Um rei
No meio de uma gente tão modesta
Eu vim descendo a serra
Cheio de euforia para desfilar
O mundo inteiro espera
Hoje é dia do riso chorar
Levei o meu samba pra mãe de santo rezar
Contra o mal olhado eu carrego meu patuá
Eu levei !
Acredito
Acredito ser o mais valente nessa luta do rochedo com o mar
E com o ar!
É hoje o dia da alegria
É a tristeza, nem pode pensar em chegar
Diga espelho meu!
Diga espelho meu
Se há na avenida alguém mais feliz que eu
Diga espelho meu

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Gente fina - Martha Medeiros (me identifiquei!)


Gente fina é politica-mente correta?
Se for, não sou gente fina, porque fico muito impaciente com certas cortesias exageradas. Por exemplo, outro dia estava no aeroporto e uma voz no alto-falante convidou a embarcar os passageiros da melhor idade. Se eu tivesse cem anos, entenderia que todos deveriam passar na minha frente. Que melhor idade? Claro que alguém pode estar mais satisfeito aos 80 anos do que quando tinha 40, mas isso é levar em conta o específico. Na hora de generalizar, sejamos menos franciscanos. Milhares de pessoas idosas têm a cabeça ótima e estão realizadas, mas se tiverem bom humor, vão dispensar o consolo: pô, melhor idade é provocação.

O mesmo sobre magros e gordos. Cada um faz o que bem entender com o próprio corpo. Comer com liberdade é um direito e ninguém tem que se sacrificar para atender a um padrão estético, mas que ser magro é melhor do que ser gordo, é. Pra saúde é melhor, pra se vestir é melhor, pra se locomover é melhor, pra dançar é melhor. Não quer dizer que um gordo não seja feliz. Geralmente, são felizes à beça, mais do que muito varapau. Mas se fosse possível escolher entre ser magro e ser gordo sem nenhum efeito colateral de felicidade ou infelicidade, sem nenhum esforço, só no abracadabra, todo mundo iria querer ser magro, assim como todo mundo preferiria se cristalizar entre os 30 e os 50 anos. Eu acho. A não ser que eu esteja louca, o que é uma hipótese a considerar.

Porém, melhor que tudo é ser gente fina. Finíssima. Isso nada tem a ver com a tendência atual de ser seca, de parecer um esqueleto ambulante. Gente fina é outra coisa.

Gente fina é aquela que é tão especial que a gente nem percebe se é gorda, magra, velha, moça, loira, morena, alta ou baixa. Ela é gente fina, ou seja, está acima de qualquer classificação. Todos a querem por perto. Tem um astral leve, mas sabe aprofundar as questões quando necessário. É simpática, mas não bobalhona. É uma pessoa direita, mas não escravizada pelos certos e errados: sabe transgredir sem agredir. Gente fina é aquela que é generosa, mas não banana. Te ajuda, mas permite que você cresça sozinho. Gente fina diz mais sim do que não, e faz isso naturalmente, não é para agradar. Gente fina se sente confortável em qualquer ambiente: num boteco de beira de estrada e num castelo no interior da Escócia. Gente fina não julga ninguém – tem opinião, apenas. Um novo começo de era, com gente fina, elegante e sincera. O que mais se pode querer? Gente fina não esnoba, não humilha, não trapaceia, não compete e, como o próprio nome diz, não engrossa. Não veio ao mundo pra colocar areia no projeto dos outros. Ela não pesa, mesmo sendo gorda, e não é leviana, mesmo sendo magra. Gente fina é que tinha que virar tendência. Porque, colocando na balança, é quem faz a diferença.

A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.


Quando se vê, já são seis horas!
Quando se vê, já é sexta-feira...
Quando se vê, já terminou o ano...
Quando se vê, perdemos o amor da nossa vida.
Quando se vê, já passaram-se 50 anos!
Agora é tarde demais para ser reprovado.


Se me fosse dado, um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.
Seguiria sempre em frente e iria jogando, pelo caminho, a casca dourada e inútil das horas.

Desta forma, eu digo:

Não deixe de fazer algo que gosta devido à falta de tempo,
a única falta que terá, será desse tempo que infelizmente não voltará mais.


Mário Quintana

domingo, 19 de outubro de 2008

Com 25 anos eu aprendi....

... que temos que criar vínculos e cortar outros.
... que nunca conhecemos as pessoas completamente.
... que sorrir é mais fácil que sentir.
... que dizer a verdade é mais difícil que eu imaginava.
... que quando a gente é criança planejar é muito mais fácil.
... que quando se tem alguém para amar de verdade algumas coisas ficam muito mais fáceis.
... que eu não sou mais tão romântica.
... que eu tenho que organizar meu tempo melhor.
... que eu não me recupero de porres tão facilmente como quanto eu tinha 18 anos.
... que eu tenho amigos de verdade.
... que quando a gente se decepciona com alguém, pode ser para sempre.
... que quando a gente ama alguém pode ser para sempre.
... que festa com música castelhana sempre é divertida.
... a fazer um doce de morango maravilhoso.
... que Paris é um sonho que se tornou realidade.
... que viagens ampliam os horizontes, mudam os planos e a maneira de encarar o mundo.
... que usar blush muda muito a imagem que transmitimos às pessoas.
... que não preciso comer banana para não ter cãimbras.
... que eu sou bem resolvida para as coisas do coração, para o que sinto em relação as pessoas.
... que ainda não sei o que vai ser da minha vida profissional.
... o que eu não quero para a minha vida profissional.
... que um blog, às vezes, é um bom desabafo.
... que eu gosto de estudar e aprender.
... que sou soprano.
... que a minha cor preferida é roxo.
... que eu tenho estilo.
... que me conhecendo posso ir ainda mais longe.
... que no mundo organizacional não posso confiar em todo mundo.
... que eu não gosto de mentira, apesar de mentir às vezes.
... que eu tenho direito de sentir raiva.
... o que é amar de verdade.
...que eu sou criativinha!!!

Foi um grande ano.
Vive la France!

..::..Aniversário da Mel..::..

Sexta-feira foi meu aniversário... completei 26 anos.
O dia começou bem, com a Ju e a mãe me esmagandinho já na primeira hora! Meu sonho era ser uma tartaruga para entrar no casco e não deixar a Ju colocar a mão gelada na minha costela!!!!
O pai disse coisas bem legais, me desejou tudo de bom e foram pra Floripa.
Fui na puc para renovar livros da mãe, passei na Uffizi para pegar o vale do outback... Depois fui para a CDL.
Recebi uma homenagem linda das gurias, chamaram pizza, enfeitaram meu monitor com post-its, a sala com balões e o presente tinha tudo a ver, um kit de beleza para a Mel: três pares de brincos, duas piranhas de cabelo roxas e uma pulseira com pingentes diversos que formam um patuá... Tudo muito lindo! Prateado e roxo! Não tem erro!!!!
Adorei, adorei o carinho...
Já tava emocionada, quando ganhei uma mensagem linda do Rudinei, um colega lá do serviço que eu nem tenho muito contato. Chorei. Mas sabe.... Ele viu em mim exatamente o que tento transmitir para as pessoas... Pequenos detalhes que fazem a diferença. Um sorriso, um oi simpático pode mudar o dia de alguém.
Se eu posso apostar em algo, tá aí.... Nos detalhes é que conquistamos a galera!
No final do dia encontrei o Fábio e fomos para o Iguatemi.
Comemos muuuuuuuuuuuuuuuuuito no tal outback, passei mal!
Ou passei muito bem, ainda não sei!
hehehehehehehehehehhehehehehhehehehhehe....
Sábado chegou, fui no Super, dormi de tarde, fomos pra festa de noite!
Aí... não sei... Não curti.
A Ju não pode entrar, eu já tava bem tchuca, perdi o presente que a Dani (namorada do Ricardo) me deu... Fiquei mega triste.
Já tava enjoada, aí cabou-se; Não via a hora de ir embora.
Mas a parte boa é que foi TODO mundo!!! Foi uma galera........ Tava tri!
Passei o domingo meio enjoada, meio bebada ainda, meio me recuperando... hehehehehe...

E é isso... Foi um final de semana bem animado!

Beijos

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Vento Negro



Kleiton e Kledir

Composição: José Alberto Fogaça

Onde a terra começar
Vento Negro gente eu sou

Onde a terra terminar

Vento negro eu sou

Quem me ouve vai contar
Quero luta, guerra não

Erguer bandeira sem matar
Vento Negro é furacão

Tua vida o tempo

A trilha o sol

Um vento forte se erguerá
Arrastando o que houver no chão

Vento negro, campo afora
Vai correr

Quem vai embora tem que saber

É viração
Dos montes, vales que venci

No coração da mata virgem

Meu canto, eu sei, há de se ouvir
Em todo o meu país
Não creio em paz sem divisão

De tanto amor que eu espalhei

Em cada céu em cada chão

Minha alma lá deixei

duvidas, tristezas, desgostos e anseios

Vida profissional.

Comunicacao. Pq? Pq nao tem matematica.
Por exclusao: PP
Mercado de trabalho: disse sim. Disse muito sim. Hoje sei que recusar uma proposta eh tao importante quanto aceitar a proposta certa.
Assessoria de imprensa.
Em 2005: Jornalismo.
Me apaixonei, ja fiz varios estagios, e fiquei feliz com o reconhecimento.
De uns tempos para ca...
To cada vez mais cansada de ir pra aula, de provas, trabalhos, fotos, materias, notas, exigencias, para de conversar, para de digitar, egos feridos, egos gigantes, professores felizes, professores obrigados....
Eu cansada, cansada...
A funcao de trabalhar a partir das 12h me mostrou que muita gente quer ajuda com comunicacao.
Estou com alguns projetos paralelos a tudo isso e vejo que tenho jeito para a coisa.
Gosto dos detalhes, das apresentacoes de powerpoint bem feitas. Gosto de fazer as pessoas se sentirem especiais e isso me motiva.
Mas nao consigo fazer isso na CDL. Nao to conseguindo fazer isso em casa ou com meus amigos!
Morro de saudade dos meus amigos.
Quero fazer mais por eles, quero que as pessoas facam mais por seus amigos e nao sei por onde comecar.
Acredito nas minhas ideias, sei que consigo muito mais do que faco hj.
Mas por onde comeco?
Quando vou me sentir feliz, realizada com o que faco?
Quem vai comprar minhas ideias?
Como ser reconhecida por isso?
Vejo as gurias do Marketing me elogiando, e ao mesmo tempo nao sei como transformar esses elogios em algo concreto.
Quero fazer as pessoas se sentirem especiais.
Sei que posso fazer isso.
Como eu ainda nao sei, se isso eh jornalismo, publicidade, marketing, endomarketing, nao importa... importa eh buscar o melhor das pessoas. O melhor de cada um, fazer o melhor de um grupo inteiro e depois de uma entidade grande e ser reconhecida por isso.
Sera? Quando, hein????

Tristezas.. tristezas vem e vao, eu sei... Mas enquanto elas nao vao ficam por aqui, entropecendo o peito, entristecendo o olhar.

Desgostos, sim eles tb vem e vao... Alguns ficam mais tempo, amargando o gosto de muitas coisas. Interferindo em todo o resto, embargando a voz, rasando os olhos de agua.

Anseios? Tenho muitos, a ordem muda, conforme os desgostos, os sabores e dissabores na vida.

"...A vida eh a arte do encontro, embora haja tanto desencontro pela vida..." - Samba da Bencao.

domingo, 28 de setembro de 2008

Extensão do domínio da luta


Resenha para a cadeira de Técnicas de reportagem e formas narrativas. Com o profº Juremir Machado.

Extensão do domínio da luta
Michel Houellebecq

O romance de 142 páginas apresenta uma seqüência de histórias protagonizadas pelo personagem principal, que na narração tem 30 anos.
Apesar do "sucesso" na vida profissional, um relativo sucesso na vida sexual, ele não está nada bem.
O relato de suas interações com o mundo, cidades do interior da França onde vai trabalhar, apenas um amigo que é padre e alguns colegas, revelam uma vida sem graça.
Apesar do humor, ironia e toda a sexualidade sempre presentes, as frustrações do personagem principal demonstram as limitações em relação a uma vida feliz.
O leitor pode passar por todo o livro na esperança de uma retomada, da busca pela luta em ter uma vida melhor, mas isso não acontece.
O desgosto, a solidão, a bebida, o cigarro e a falta de sentimentos são uma contante.
A "extensão do domínio da luta" revela a desistência de um homem por lutar. O tamanho dessa extensão é tão curto, ou tão longo quanto a capacidade ou força de vontade de cada um.
As crueldades dos relacionamentos, o cinismo ou as intolerâncias da vida adulta podem paralisar qualquer um. A vida é com um rio, onde nascemos e a medida que passam os dias representa o afastamento da margem. Como nadamos em direção a morte, passamos os dias acreditando ser possível alcançar o outro lado. Conforme as dificuldades do amadurecimento, maior a luta que cada um trava.Ao afirmar o mundo com uma "textura dolorosa e inadequada", Houellebecq faz uma leitura do terceiro milênio, afirmando que vivemos com cada vez mais tecnologia disponível, um avanço imensurável dos meios de comunicação e a impossibilidade das relações humanas.
Tal equação desconstruiria o modo como a sociedade se comporta atualmente: uma vez que não existisse mais erlações humanas, o que seria abordado pelos meios de comunicação?
Sem conteúdo, sem informação, de nada adiantariam os avanços da tecnologia.
Enquanto apenas algumas pessoas "aprenderem o desgosto" como mostra a contracapa do livro, somente elas desistirão de lutar, enquanto o resto do mundo continuará a buscar a outra margem do rio.

domingo, 21 de setembro de 2008

Amor com todas as letras


O que faz o AMOR com todas as letras?

Inteligência, cautela, delicadeza, compreensão, respeito, zelo, atenção, carinho, aceitação, paciência, dedicação, interesse, lealdade, demonstração, subjetividade, elaboração, surpresa, confiança, criatividade, entusiasmo, superação, paz, aconchego, segurança, desejo, auto-estima, cumplicidade, diálogo, bom humor, vontade de SER FELIZ.

Há muito tempo me perguntei "Será que encontro isso tudo "com pernas" por aí???

Hoje posso responder com certeza que SIM!!!

Nova Criatura

"Andei por tantos caminhos
Busquei preencher o vazio que havia em mim

Provei de tantas procuras,
Não vi.. Na cor de tantos sonhos me perdi

Não dá pra preencher vazio com vazio
Como me enganei!
Ao me ver mergulhado na dor eu pude perceber

Inteiramente eu devo ser do Senhor meu Deus
Sem recerva alguma, só a ele pertencer
Hoje eu posso dizer sem medo:
Da minha vida tu és Senhor,
Sou feliz, nova criatura sou!"

Walmir Alencar e Fábio de Melo
- Vida Reluz - (para relembrar tempos antigos de CLJ....)

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Tempo

Houve um tempo em que eu tinha tempo.
Tempo de estudar, que não passava nunca.
O Natal era láááááááááá no final do ano.
E como demorava para nascer o Cristo!

Houve um tempo que eu brincava no mar.
Tempo de férias, que douraaaaaava a pele.
Uma delícia de tempo brincando na areia,
boiando na água, comendo picolé de uva.

Houve um tempo que eu dançava.
E as festas começavam cedo e terminavam cedo,
mas parecia que tanta coisa acontecia
Estávamos com certeza uma fenda do espaço sideral.

Houve um tempo que eu crescia.
E a cada estação mudavam os tênis.
Mudavam as calças.
Mudavam os biquinis.

Hojevivonumtempoquenãodátemponemdedarumtempo
pragente
R
E
S
P
I
R
A
R...

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

O AMOR...

Arthur da Távola

Aos que não casaram,
Aos que vão casar,
Aos que acabaram de casar,
Aos que pensam em se separar,
Aos que acabaram de se separar,
Aos que pensam em voltar...
É tudo o mesmo amor, só que entre amantes existe sexo.
Não existem vários tipos de amor, assim como não existem três tipos de saudades, quatro de ódio, seis espécies de inveja.
O amor é único, como qualquer sentimento, seja ele destinado a familiares, ao cônjuge ou a Deus.
A diferença é que, como entre marido e mulher não há laços de sangue, a sedução tem que ser ininterrupta.
Por não haver nenhuma garantia de durabilidade, qualquer alteração no tom de voz nos fragiliza, e de cobrança em cobrança acabamos por sepultar uma relação que poderia ser eterna.
Casaram.
Te amo pra lá, te amo pra cá.
Lindo, mas insustentável.
O sucesso de um casamento exige mais do que declarações românticas.
Entre duas pessoas que resolvem dividir o mesmo teto, tem que haver muito mais do que amor, e às vezes nem necessita de um amor tão intenso.
É preciso que haja, antes de mais nada, respeito.
Agressões zero.
Disposição para ouvir argumentos alheios.
Alguma paciência... Amor, só, não basta.
Não pode haver competição.
Nem comparações.
Tem que ter jogo de cintura para acatar regras que não foram previamente combinadas.
Tem que haver bom humor para enfrentar imprevistos, acessos de carência, infantilidades.
Tem que saber levar.
Amar, só, é pouco.
Tem que haver inteligência.
Um cérebro programado para enfrentar tensões pré-menstruais, rejeições, demissões inesperadas, contas pra pagar.
Tem que ter disciplina para educar filhos, dar exemplo, não gritar.
Tem que ter um bom psiquiatra.
Não adianta, apenas, amar.
Entre casais que se unem visando à longevidade do matrimônio tem que haver um pouco de silêncio, amigos de infância, vida própria, um tempo pra cada um.
Tem que haver confiança. Uma certa camaradagem, às vezes fingir que não viu, fazer de conta que não escutou.
É preciso entender que união não significa, necessariamente, fusão.
E que amar, 'solamente', não basta.
Entre homens e mulheres que acham que o amor é só poesia, tem que haver discernimento, pé no chão, racionalidade.
Tem que saber que o amor pode ser bom, pode durar para sempre,
mas que sozinho não dá conta do recado.
O amor é grande, mas não é dois.
É preciso convocar uma turma de sentimentos para amparar esse amor que carrega o ônus da onipotência.
O amor até pode nos bastar, mas ele próprio não se basta.
Um bom Amor aos que já têm!
Um bom encontro aos que procuram!
E felicidades a todos nós!!!

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Dedicação

Recebi essa mensagem por e-mail de uma grande amiga... Recebi duas vezes, sinal de que ela considera importante.
Ana, esse post é em tua homenagem.


"Dedicação é a capacidade de se entregar à realização de um objetivo. Não conheço ninguém que tenha progredido na carreira, sem trabalhar pelo menos doze horas por dia nos primeiros anos.
Não conheço ninguém que conseguiu realizar seu sonho, sem sacrificar feriados e domingos pelo menos uma centena de vezes.
Da mesma forma, se você quiser construir uma relação amiga com seus filhos,terá que se dedicar a isso, superar o cansaço, arrumar tempo para ficar com eles, deixar de lado o orgulho e o comodismo.
Se quiser um casamento gratificante, terá que investir tempo, energia e sentimentos nesse objetivo.
O sucesso é construído à noite! Durante o dia você faz o que todos fazem.
Mas, para obter um resultado diferente da maioria, você tem que ser especial.
Se fizer igual a todo mundo, obterá os mesmos resultados.
Não se compare à maioria, pois infelizmente ela não é modelo de sucesso.
Se você quiser atingir uma meta especial, terá que estudar no horário em que os outros estão tomando chope com batatas fritas.
Terá de planejar, enquanto os outros permanecem à frente da televisão.
Terá de trabalhar enquanto os outros tomam sol à beira da piscina.
A realização de um sonho depende de dedicação.
Há muita gente que espera que o sonho se realize por mágica.
Mas toda mágica é ilusão. A ilusão não tira ninguém de onde está.
Ilusão é combustível de perdedores. "


"Quem quer fazer alguma coisa, encontra um meio. Quem não quer fazer nada, encontra uma desculpa."

Roberto Shinyashiki

domingo, 31 de agosto de 2008

O Fabuloso Destino de Amélie Poulain



Um filme simples com uma mensagem contagiante: faça acontecer!

Eu vi Amelie Poulain há muitos anos, com a história da viagem para Paris, compramos o DVD numa promoção da Blockbuster... nesse sábado assisti com o Fábio.
O filme inteiro em Montmartre, bairro onde fica o Moulin Rouge, além de mostrar as principais "gares" de Paris, onde as pessoas tiram fotos 3x4, etc...

Minha impressão
:

Amelie é sozinha e resolve arrumar a vida de todos ao seu redor.
Mas quem vai arrumar a vida de Amelie???Bom, ninguém além dela mesma.
Com personagens simples, cotidianos e cheios de anseios, são eles que tornam o destino de Amelie fabuloso! Fantasiosa, as cores e luminosidades do filme tornam tudo ainda mais encantador.

No final uma história de amor completa o enredo.

Quem não tem pensamentos absurdos? Quem não tem vontade de dar respostas esdrúxulas a quem merece? Quem não tem vontade de espiar na janela do vizinho?
Quem nunca deu uma de cupido?

Amelie interage com a câmera, extravasa suas tensões jogando pedras no canal San Martin...
Um filme positivo, com narrações ótimas e efeitos especiais que tornam o filme realmente especial!

O último cigarro - Henri-Pierre Jeudy


Li esse livro para a faculdade e fiz uma resenha.
Coloco aqui dizendo que gostaria de comentar ainda muito mais e não deu tempo na aula...

"Existir é estar no meio de uma gangorra entre a vida e a morte. Se elas estão se embalando, estamos pendendo, ora para cá, ora para lá.
No livro O Último Cigarro , o autor questiona de diversas maneiras como parar de fumar.
Atreladas a esta problemática, existem diversas questões filosóficas: como viver uma vida sem vícios, ou como abandonar algo prazeiroso por medo da morte, são algumas delas.
Dúvidas que permeiam um texto e frases curtas e algumas repetições, como se cada uma fosse uma tragada.
Segundo o autor, por trás da fumaça do cigarro existe um novo mundo. São momentos do dia ou da noite para curar a insônia, despertaras manhãs ou aliviar angústias. O cigarro que tira da inércia, não posso negar que me deixou com vontade.
Quando dissipa a fumaça das primeiras "baforadas", ou melhor, páginas, fica a relfexão sobre o que é a vida e o valor que ela tem frente às nossas vontades. Fica a dúvida de porque temos necessidades de rituais como, por exemplo, o do último cigarro.
Mesmo buscando diversas maneiras de acabar com o vício: hipnose, adesivos de nicotina, temporada no campo, o personagem resiste. Não se entrega ao falso sentimento de asco por algo que o faz sentir prazer. Argumenta dizendo que, se no passado as pessoas fumavam por influência das campanhas de Marlboro e não morriam tão facilmente, hoje a premissa é a mesma. O que prejudica o hábito de fumar seria a alimentação e a poluição das grandes cidades.
Muitas pessoas tem o hábito de arranjar argumentos para se convencer até das decisões ou atitudes erradas. Quando estamos no meio da gangorra entre a vida e a morte temos o poder de decidir, pelo menos por enquanto, para qual lado vamos pender."

sábado, 30 de agosto de 2008

Festa - Música - Dança

A música alta, tomando conta de todo ambiente é como se uma onda do mar empurrasse de um lado para outro.
É como se as borbulhas daquela espuma branca do mar estivesse por toda parte, e todo mundo estivesse na praia, num dia quente de verão.

Está certo que na praia as pessoas que fumam não interferem tanto na minha saúde quanto aquelas que fumam num lugar fechado...

Mas não importa, uma boa batida, um bom par... e qualquer lugar é lugar, para dançar, sacudir e dar risada.

O importante é dançar mesmo como se ninguém estivesse olhando, mas não tanto... hehehehe...
Tudo tem um limite e geralmente é onde o seu cotovelo não pega na costela de ninguém.
Se tem espaço suficiente para todo mundo se esparramar, bom.. então é outra história, pode se esparramar mesmo!

Mas tem coisa melhor? Pular, cantar errado, "embromation", errar a letra, inventar coreografias, pagar vale... ah, ainda vão inventar algo mais divertido, mas por enquanto...

Imagina, é só ter um som e se deixar levar... Rebola pra cá, rebola pra lá, mexe os braços, alonga tudo!!!!

Festa é muito bom, é uma boa terapia... Dançoterapia! Eu pratico!!!

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

O que torna um elogio importante?

A admiração que você tem por quem te elogia.
Pode ser que tu seja elogiada por alguém que ainda não conhece, e é claro que isso vai ser ótimo. O ego fica massageado mas não marca na alma.

Uma vez um cara no cursinho queria fazer medicina. O apelido dele era.. bom, deixa pra lá.. e ele só tirava 10 em matemática...
Eu sou um zero à esquerda em matemática... até hoje!
Admirava aquele cara. A gente se falava de vez em quando, tinhamos uns amigos em comum.
Um dia ele me pediu o caderno de geografia emprestado. Eu emprestei.
Voltou com um bilhete: "V É L M Q D M, V É L S. Se tu entender, me procura"
Putz, saquei na hora: Você é linda, letra do Caetano Veloso... Só as iniciais do refrão. E pra ajudar, a primeira frase diz Fonte de mel, nos olhos de gueixa"..
Me achei, saquei e fiquei na minha. Não falei nada.

Mil anos depois, apareceu o Fábio na minha vida, e com um simples olhar eu já sabia que algo forte ia acontecer entre nós - tá, parece frase de novela, mas é sério - e realmente está acontecendo.

Ele me elogiou com os olhos.

O cara do cursinho me entregou um pedaço de papel, foi frio. E meio medroso, até.

O Fábio marcou na alma.

Elogios só tem valor se vier de alguém que a gente tem admiração profunda, não a admiração da matemática...
Legal é fazer o teste de quem te admira de verdade: são aquelas pessoas que se importam com o teu elogio! Faz o teste, vê quem se comove...

Mexe com todo mundo, elogios sinceros fazem um mundo muito mais acolhedor!

To apostando nessa máxima, quem vem comigo?

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Blog - Diário - Sinceridade - Mudanças...

Sempre pensei num Blog como um diário... Escrever sobre o meu cotidiano e o que aconteceu comigo, o que senti... Será que funciona? Vou tentar, não prometo todos os dias, mas acho que vou gostar de reler um dia, os dias mais ou menos.

Outro dia vou pegar o caderno da viagem para Paris (sim, nós escrevemos tudinho que fizemos, lá mesmo naquelas pontes maravilhosas!!!) e publicar tudo por aqui. Tem dicas boas...

Hoje o dia foi bem normal, apesar de eu concordar que de perto, ninguém é normal! Clichês a parte, acordei cedo, li um texto bacana sobre comunicação digital, internet e o cyberespaço.. Para aula do primeiro semestre que tava atrasada. Dormi no meio do caminho. hehehehe.. Acordei, um banho rápido, me arrumei. Almoço às 11h15 e rua! Esqueci de passar na Uffizi para pegar os VR... Cheguei no centro, trabalhei no meio da bagunça, pois estão nos mudando de sala.

Cheguei no assunto que eu queria mesmo falar... Como é difícil fazer algo que não queremos, como e complicado alguém decidir algo que muda a vida de muita gente... mesmo sem a gente querer.
Numa esfera maior, pensei no Bush e tudo que ele tem feito com o mundo... Numa esfera menor, me questiono quantas vidas eu já mudei??? Alguém já mudou por minha causa? Por causa do que eu quero?

Tomara que não, tomara que as coisas aconteçam naturalmente.... Sei que as vezes não é assim tão fácil, que temos dificuldades, limitações. Mas acredito tanto no poder de sedução das pessoas, acho que precisamos ser convencidos de que as coisas são melhores.....

Sem muita "puxação-de-saco", entende?!? Mas com sinceridade, com um pouco do humor do CQC de dizer as coisas na cara... Seria engraçado se não fosse triste..
Reflete: Se as pessoas não fossem tão dissimuladas, tão cínicas, a verdade não seria engraçada... Só é hilário pq não conseguimos mais dizer as coisas diretamente, na cara!

No fundo, no fundo, isso só acontece pq as pessoas não gostam de ser criticadas.
Ok, eu tb não gosto.
Então para as críticas pode pegar leve...

Mas, imagina que delícia as pessoas elogiando tua roupa, teu sorriso, teu jeito de ser, rindo das tuas piadas... Seria ótimo. Tenho certeza.

Daqui um pouco começa a aula aquela, do texto que eu terminei de ler hoje, vou ver o Fábio e me apaixonar por ele mais uma vez... É sempre assim, toda vez que a gente se vê.
Ele me larga em casa.... Como alguma coisa (ou não) e vou dormir...

Amanhã tenho que ir na Uffizi. Fazer o SUPERLIGADO de segunda de tarde... Já na sala nova.
Um novo tempo, uma nova etapa na CDL - eu espero!

domingo, 10 de agosto de 2008

O tempo e as jabuticabas

Rubem Alves

Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver daqui para frente do que já vivi até agora. Sinto-me como aquela menina que ganhou uma bacia de jabuticabas. As primeiras, ela chupou displicente, mas percebendo que faltam poucas, rói o caroço.

Já não tenho tempo para lidar com mediocridades.
Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflados.
Não tolero gabolices. Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte.

Já não tenho tempo para projetos megalomaníacos.
Não participarei de conferências que estabelecem prazos fixos para reverter a miséria do mundo. Não quero que me convidem para eventos de um fim de semana com a proposta de abalar o milênio.

Já não tenho tempo para reuniões intermináveis para discutir estatutos,normas, procedimentos e regimentos internos.
Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas, que apesar da idade cronológica, são imaturos.

Não quero ver os ponteiros do relógio avançando em reuniões de 'confrontação', onde 'tiramos fatos a limpo'.
Detesto fazer acareação de desafetos que brigaram pelo majestoso cargo de secretário geral do coral.

Lembrei-me agora de Mário de Andrade que afirmou: 'as pessoas não debatem conteúdos, apenas os rótulos'.
Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a essência, minha alma tem pressa...

Sem muitas jabuticabas na bacia, quero viver ao lado de gente humana, muito humana; que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com triunfos, não se considera eleita antes da hora, não foge de sua mortalidade, defende a dignidade dos marginalizados, e deseja tão somente andar ao lado do que é justo.

Caminhar perto de coisas e pessoas de verdade, desfrutar desse amor absolutamente sem fraudes, nunca será perda de tempo.


MÃES MÁS

Dr. Carlos Hecktheuer, Médico Psiquiatra

Um dia, quando meus filhos forem crescidos o suficiente para entender a lógica que motiva os pais e mães, eu hei de dizer-lhes: Eu os amei o suficiente para ter perguntado aonde vão, com quem vão e a que horas regressarão.
Eu os amei o suficiente para não ter ficado em silêncio e fazer com que vocês soubessem que aquele novo amigo não era boa companhia.
Eu os amei o suficiente para os fazer pagar as balas que tiraram do supermercado ou revistas do jornaleiro, e os fazer dizer ao dono: "Nós pegamos isto ontem e queríamos pagar".
Eu os amei o suficiente para ter ficado em pé junto de vocês, duas horas, enquanto limpavam o seu quarto, tarefa que eu teria feito em 15 minutos.
Eu os amei o suficiente para os deixar ver além do amor que eu sentia por vocês, o desapontamento e também as lágrimas nos meus olhos.
Eu os amei o suficiente para os deixar assumir a responsabilidade das suas ações, mesmo quando as penalidades eram tão duras que me partiam o coração.
Mais do que tudo, eu os amei o suficiente para dizer-lhes não, quando eu sabia que vocês poderiam me odiar por isso (e em momentos até odiaram).
Essas eram as mais difíceis batalhas de todas. Estou contente, venci... Porque no final vocês venceram também!
E em qualquer dia, quando meus netos forem crescidos o suficiente para entender a lógica que motiva os pais e mães; quando eles lhes perguntarem se sua mãe era má, meus filhos vão lhes dizer: "Sim, nossa mãe era má. Era a mãe mais má do mundo...".
As outras crianças comiam doces no café e nós tínhamos que comer cereais, ovos, torradas.
As outras crianças bebiam refrigerante e comiam batatas fritas e sorvetes no almoço e nós tínhamos que comer arroz, feijão, carne, legumes e frutas.
E ela nos obrigava a jantar à mesa, bem diferente das outras mães que deixavam seus filhos comerem vendo televisão. Ela insistia em saber onde estávamos a toda hora (tocava nosso celular de madrugada e "fuçava" nos nossos e-mails).
Era quase uma prisão! Mamãe tinha que saber quem eram nossos amigos e o que nós fazíamos com eles. Insistia, que lhe disséssemos com quem íamos sair, mesmo que demorássemos apenas uma hora ou menos.
Nós tínhamos vergonha de admitir, mas ela "violava as leis do trabalho infantil".
Nós tínhamos que tirar a louça da mesa, arrumar nossas bagunças, esvaziar o lixo e fazer todo esse tipo de trabalho que achávamos cruéis.
Eu acho que ela nem dormia à noite, pensando em coisas para nos mandar fazer.
Ela insistia sempre conosco para que lhe disséssemos sempre a verdade e apenas a verdade.
E quando éramos adolescentes, ela conseguia até ler os nossos pensamentos.
A nossa vida era mesmo chata!
Ela não deixava os nossos amigos tocarem a buzina para que saíssemos; tinham que subir, bater à porta, para ela os conhecer.
Enquanto todos podiam voltar tarde da noite com 12 anos, tivemos que esperar pelos 16 para chegar um pouco mais tarde, e aquela chata levantava para saber se a festa foi boa (só para ver como estávamos ao voltar).
Por causa de nossa mãe, nós perdemos imensas experiências na adolescência: nenhum de nós esteve envolvido com drogas, em roubo, em atos de vandalismo, em violação de propriedade, nem fomos presos por nenhum crime.
FOI TUDO POR CAUSA DELA!
Agora que já somos adultos, honestos e educados, estamos a fazer o nosso melhor para sermos "PAIS MAUS", como minha mãe foi.

EU ACHO QUE ESTE É UM DOS MALES DO MUNDO DE HOJE:
NÃO HÁ SUFICIENTES MÃES MÁS!

Nossos próprios donos

O colunista Sydney Harris conta uma história em que acompanhava um amigo a banca de jornal. O amigo cumprimentou o jornaleiro amavelmente, mas como retorno recebeu um tratamento rude e grosseiro. Pegando o jornal que foi atirado em sua direção, o amigo de Harris sorriu polidamente e desejou um bom fim de semana ao
jornaleiro. Quando os dois amigos desciam pela rua, o colunista perguntou:
"- Ele sempre te trata com tanta grosseria? "
"- Sim, infelizmente é sempre assim..."
"- E você é sempre tão polido e amigável com ele? "
"- Sim, sou."
"- Por que você é tão educado, já que ele é tão inamistoso com você? "
"- Por que não quero que ele decida como eu devo agir. Nós somos nossos 'próprios donos'. Não devemos nos curvar diante de qualquer vento que sopra, nem estar à mercê do mau humor, da mesquinharia, da impaciência e da raiva dos outros. Não são os ambientes que nos transformam, nós é que transformamos os ambientes."

John Powell, S. J.

Filosofia de Vida

Um professor de Filosofia se levantou ante a classe e tinha alguns objetos à sua frente.
Quando a aula começou, silenciosamente ele apanhou um pote vazio e começou a encher de pedras, pedras de aproximadamente 2 cm de diâmetro.
Ele perguntou então aos estudantes se o pote estava cheio. Eles concordaram que estava. Assim, o professor apanhou uma caixa de pedrinhas, e as verteu no pote. Ele chacoalhou o pote ligeiramente. Os pedriscos, é claro, rolaram nos vãos entre as pedras.
Ele perguntou para os estudantes se o pote estava cheio. Eles concordaram que sim, estava. Os estudantes riram. O professor apanhou uma caixa de areia e verteu no pote. Claro que a areia encheu todo o resto.
"Agora", disse o professor, "Assim é a vida... As pedras são as coisas importantes: sua família, seu espírito, sua saúde e seus amigos! Coisas que se tudo mais fosse perdido e só eles tivessem permanecido, sua vida ainda estaria cheia. As pedrinhas são as outras coisas que importam como seu trabalho, sua casa, seu carro. A areia é tudo o mais: as coisas pequenas. Se você pusesse a areia primeiro, não haveria espaço para os outros objetos.

O mesmo acontece na vida. Se você gasta todo o tempo e energia nas coisas pequenas, você nunca terá espaço para as coisas que realmente importam.

Preste atenção às coisas que são fundamentais para sua felicidade.

Brinque com crianças. Arranje tempo para cuidar da saúde.

Dance, dance e dance.

Sempre haverá tempo para ir trabalhar, dar um jantar e arrumar o armário.

Cuide primeiro das pedras! As coisas que realmente importam.

Estabeleça suas prioridades.

O resto é só areia.

Maturidade

Depois de algum tempo você aprende a diferença, a sutil diferença entre dar a mão e acorrentar uma alma.
E você aprende que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança.
E começa a aprender que beijos não são contratos e presentes não significam promessas.
E começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e os olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança.
E aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno de amanhã é incerto demais para os planos e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão.
Depois de um tempo você aprende que o sol queima se ficar exposto muito tempo.
E aprende que não importa o quanto você se importe, algumas pessoas nunca se importam...
E aceita que não importa o quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando, e você precisa perdoa-la por isso.
Aprende que falar pode aliviar dores emocionais.
Descobre que se levam anos para se construir confiança e apenas alguns segundos para destruí-la, e que você pode fazer coisas em um instante, das quais se arrependerá pelo resto da vida.
Aprende que verdadeiros amigos existem mesmo a longas distâncias.
E o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida.
E que os bons amigos são a família que nos permitiram escolher.
Aprende que não temos que mudar de amigos se compreendermos que os amigos mudam.
Percebe que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos.
Descobre que as pessoas com quem você se importa na vida são tomadas de você muito depressa, por isso sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas, pode ser a última vez que a vejamos.
Aprende que as circunstâncias e os ambientes têm influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos.
Começa a aprender que não deve se comparar com os outros, mas com o melhor que pode ser.
Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que se quer ser, e que o tempo é curto.
Aprende que não importa aonde já se chegou, mas onde está indo...
Mas se você ainda não sabe para onde esta indo, qualquer lugar serve.
Aprende que, ou você controla seus atos, ou eles o controlarão, e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação, sempre existem dois lados.
Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as conseqüências.
Aprende que paciência requer muita prática.
Descobre que algumas vezes a pessoa que você espera que o chute quando você cai é uma das poucas que o ajudam a levantar-se.
Aprende que maturidade tem mais a ver com o tipo de experiências que se teve e o que você aprendeu com elas, do que com quantos aniversários você já celebrou.
Aprende que há mais dos seus pais em você do que você supunha.
Aprende que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens, poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso.
Aprende que quando se está com raiva tem o direito de estar com raiva, mas isto não lhe dá o direito de ser cruel.
Descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ame, não significa que esse alguém não o ama com tudo que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso.
Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem que aprender a perdoar-se a si mesmo.
Aprende que com a mesma severidade que julga, você será em algum momento condenado.
Aprende que não importa em quantos pedaços o seu coração foi partido, o mundo não pára para que você o conserte.
Aprende que o tempo não é algo que se possa voltar para trás, portanto plante seu jardim e decore sua alma, ao invés de esperar que alguém lhe traga flores.
E você aprende que realmente pode suportar...
Que realmente é forte...
E que pode ir muito mais longe depois de pensar que não pode mais.
E que realmente a vida tem valor, e que você tem valor diante da vida...

CRÔNICA DE AMOR

Conforme Roberto Freire... Ame e dê vexame!

Você ama aquela petulante. Você escreveu dúzias de cartas que ela não respondeu você deu flores que ela deixou a seco, você levou para conhecer a sua mãe e ela foi de blusa transparente.
Você gosta de rock e ela de chorinho, você gosta de praia e ela tem alergia a sol;
Você abomina o Natal e ela detesta o Ano Novo, nem no ódio vocês combinam.
Então?
Então que ela tem um jeito de sorrir que o deixa imobilizado, o beijo dela é mais viciante do que LSD, você adora brigar com ela e ela adora implicar com você. Isso tem nome.
Você ama aquele cafajeste. Ele diz que vai ligar e não liga, ele veste o primeiro trapo que encontra no armário, ele escuta Egberto Gismonti e Sivuca.
Ele não emplaca uma semana nos empregos, está sempre duro, e é meio galinha.
Ele não tem a menor vocação para príncipe encantado, e ainda assim você não consegue despachá-lo.
Quando a mão dele toca na sua nuca, você derrete feito manteiga.
Ele toca gaita de boca, adora animais e escreve poemas.
Por que você ama este cara? Não pergunte pra mim.
Você é inteligente. Lê livros, revistas, jornais. Gosta dos filmes de Woody Allen, dos irmãos Coen e do Robert Altman, mas sabe que uma boa comédia romântica também tem o seu valor.
É bonita.
Seu cabelo nasceu para ser sacudido num comercial de xampu e seu corpo tem todas as curvas no lugar. Independente, emprego fixo, bom saldo no banco. Gosta de viajar, de música, tem loucura por computador e seu fettuccine ao pesto é imbatível. Você tem bom humor, não pega no pé de ninguém e adora sexo.
Com um currículo desses, criatura, por que diabo está sem um amor?
Ah, o amor, essa raposa. Quem dera o amor não fosse um sentimento, mas uma equação matemática: eu + você = dois apaixonados. Não funciona assim.
Ninguém ama outra pessoa pelas qualidades que ela tem caso contrário os honestos, simpáticos e não-fumantes teriam uma fila de pretendentes batendo à porta.
O amor não é chegado a fazer contas, não obedece à razão. O verdadeiro amor acontece por empatia, por magnetismo, por conjunção estrelar. Costuma ser despertado mais pelas flechas do cupido que por uma ficha limpa.
Ninguém ama outra pessoa porque ela é educada, veste-se bem e é fã do Caetano. Isso são só referências. Ama-se pelo cheiro, pelo mistério, pela paz que o outro lhe dá, ou pelo tormento que provoca.
Ama-se pelo tom de voz, pela maneira que os olhos piscam, pela fragilidade que se revela quando menos se espera.
Amar não requer conhecimento prévio nem consulta ao SPC.
Ama-se justamente pelo que o amor tem de indefinível. Honestos existem aos milhares, generosos tem às pencas, bons motoristas e bons pais de família, ta assim, ó.
Mas ninguém consegue ser do jeito que o amor da sua vida é...

Roberto Freire

Coach Carter

"Nosso maior medo não é sermos inadequados.

Nossos maiores medos são os de sermos poderosos além da conta.

A nossa luz e não a nossa obscuridade que mais nos apavora.

Ser pequeno não serve ao mundo.

Não há nada de sábio em se encolher para que as outras pessoas não se sintam inseguras ao seu redor.

Nós todos fomos feitos para brilhar como as crianças.

Não está apenas em alguns de nós, está em todos!

E na medida em que deixarmos nossa luz brilhar, nós, inconscientemente, damos às outras pessoas a permissão para fazer o mesmo, na medida em que nos libertamos do nosso medo.

Nossa presença, automaticamente, liberta os outros!"


(Trecho do filme Coach Carter)


Acredito que as pessoas seriam muito mais felizes se ousassem ser livres, se permitissem, desencanassem. Não por si, mas pelos outros... A partir do momento que deixamos nossa luz brilhar, todos podem fazer o mesmo.
Se todos tivessem noção da trasnformação que isso é capaz, a inveja já não faria sentido; o ciúme perderia a razão de ser...
Ninguém precisa controlar o outro. Cada um pode brilhar o mais que puder...

Uma vez ouvi que humildade não é se fazer menor para que os outros não se sintam mal... Mas sim, fazer o que se sabe dando o seu melhor. Assumindo suas características, dons e capacidades para dar o que tem de melhor para o mundo: isso é ser HUMILDE!

A mentalidade tá errada...
Vamos lá, incentive seu filho a brilhar, a sonhar, cobre atitudes sinceras, bons exemplos, gentilezas... São os detalhes que fazem a diferença!

Faça seus pais acreditarem! Entenderem...
Use seu poder de conciliação, de justiça, beleza, fraternidade.

Eu sei que as pessoas podem mais. E tento me aproximar delas e ao mesmo tempo que eu posso mais, fazer dos outros pessoas MELHORES!



sábado, 2 de agosto de 2008

Currículo comentado

Eu nasci em Porto Alegre, no dia 17 de outubro de 1982.
Tenho 25 anos, sendo que os dez primeiros vivi na Cefer I e os anos seguintes no Jardim Itu.
Fui pra várias creches mas a que lembro mesmo se chamava Sonho Meu. Lá conheci a Tia Maria, e meu sonho era conhecer a casa dela. Lá aprendi (aos 3, 4 e 5 anos) que cada um tem seu tempo. (Era um saco dormir depois do almoço, justo na hora que queria conversar com minhas novas amigas. Era um saco não querer comer salada de fruta e ter que comer... Eu e mais uns dois coleguinhas indignados eramos sempre os últimos a sair da mesa: SEM comer a salada de fruta!!!! Lá eu aprendi que ficar muito tempo com uma maçã na mão murcha é fica preta bem rápido. Aí que eu não comia mesmo!)
Mas a frescura é só em relação ao meu tempo, ao que eu quero fazer com ele. Como quase todas as frutas, mas continuo sem gostar de salada de frutas (é que sempre colocam banana, e eu não com banana de jeito nenhum!!!).
Frutas a parte, com 6 anos tive que sair da creche e entrei no Santa Inês. Depois do teste, ganhei um estojo de plástico, no formato de um lápis!
E foi uma época de muitos aprendizados... Como em todos os dias da minha vida.
O tal teste foi uma barbada, pq eu sempre fazia muitos exercícios com os livros do cachorro que meu pai me dava. (Tinha um cachorro na capa!)
E comecei a estudar............
Primeira série: profª Márcia. Ela tá lá até hoje! Bem querida, me recebeu muito bem, depois de anos, quando apareci por lá. Segunda série: profª Patrícia. Loira, cabelão, uma carinha doce, com covinhas, me lembro até hoje. Terceira série: profª Jaqueline. Cabelão com luzes, crespo, típico dos anos 80. Uma vez tentaram roubar um brincão que ela usava, rasgaram a orelha dela. Me lembro como se fosse hoje. A mãe tinha ciúmes!!! hihihhihihihiihi.......
Quarta série: profª Elisa. Sargentão. Os alunos tinham que, OBRIGATORIAMENTE, ir no quadro colocar suas respostas... Eu tinha verdadeiro pânico.. E não era a única, um dos Marcelos que era meu colega, sempre chorava na vez dele. Um dia ela me elogiou, disse que eu sabia usar a agenda, só pq eu marcava OK depois das tarefas realizadas... Não entendi mto bem o que tinha de tão especial, mas se ela dizia que era bom, todo mundo concordava!
Quinta série em diante: nova etapa. Eram vários professores. Um para cada matéria...
Engraçado, me lembro de poucos... e não tenho certeza da série...
Profª Mirna de geografia, profª Leila de português - e as incríveis histórias do Bonifácio, profª Adriane - português e a regente era a Irmã Ivone. Profº Joaõ Paulo de filosofia, e o profº Leiria de matemática - abominável homem dos números, Hitler - O Retorno, e por aí vai. Rodei com ele no segundo ano.
No meio do caminho, com 14 anos conheci a Aline, uma amiga do bairro que me falou sobre o CLJ, um encontro de jovens na igreja, que a prima dela participava.
Lá fui eu, em 1998, participei de um retiro de 3 dias, que mudou muita coisa em mim, tinha encontrado uma espiritualidade que não sabia que existia, e que eu não sabia que era tão bom. Vivi o 265º CLJ 1. Depois veio o 38º CLJ 2 e o 20º CLJ 3. No três eu já estava com 20 anos... Foi uma época de muitas festas, reencontros, serenatas, retiros e novos amigos no caminho. Muitas palestras, orações, músicas, missas e apresentações, dinâmicas de grupo para unir a galera... Muitas idéias colocadas em prática. Fazia o jornalzinho do grupo da São Vicente de Paulo de Porto Alegre, e era demais!
Saí do Santa Inês e fiz parte da primeira turma de Terceirão (cursinho + 3º ano) do Unificado. Da Protásio Alves para Alberto Bins.
Primeira vez que eu cresci de verdade, na marra. Que sofrimento... Eu sei, colhi o que plantei, mas não tinha certeza de nada... Não estudei e me ralei, simples assim.
Terminei o terceiro ano com 17 anos (no Unificado tinha dependência), e na metade do ano 2000 estava entrando no curso de Comunicação Social - Publicidade e Propaganda da PUCRS.
Me formei em 2004. Sexta-feira 13 de agosto, de 2004. Nunca mais vou esquecer...
Quatro anos especiais que a cada segundo me sentia mais mulher, sem saber direito porque.
Conheci muitos amigos, tive muitos colegas, os primeiros conflitos, primeiro namorado, primeira vez, e passei ilesa pela famecos sem provar o famoso "baseado". Alegria da gurizada, terror dos pais. Pra mim, que estava cada vez mais vaidosa era uma afronta... O cheiro era horrível!!!! E olha que não foi por falta de oportunidade! Foi por falta de vontade mesmo... E por uma explicação que ouvi certa vez, numa palestra sobre comunhão.
O palestrante dizia que nosso corpo é um sacrário vivo. Um templo, onde o Senhor deposita todo seu amor, através da hóstia. Não podemos violar esse templo com drogas, com algo que nos prejudique ou faça sofrer. Por isso temos que demonstrar honra, respeito e admiração pela obra de Deus. A partir disso, me respeitei muito mais, meu estilo, no meu comportamento, e o melhor: ninguém nunca me chamou de careta! Que é o medo de todos os adolescentes, ser descriminado por ser diferente... Bom, eu achei um GRUPO diferente; e aí deu certo!
No penúltimo ano de faculdade consegui um estágio na FAMECOS, não deu certo. Era pra trabalhar com criação... e eu sou canhota! Não tenho jeito com isso!!! Consegui um estágio no Moinhos, para trabalhar com o Marketing.. Ai, ai... O marketing me fez trabalhar no fraldário, no atendimento ao público com o Cartão Inteligente, mas no marketing mesmo... Trabalhava uma menina que fazia turismo eu acho... Sim, e eu tinha uma colega que fazia Educação Física! Tudo a ver....
Mas valeu, lá eu conheci duas psicólogas, muito queridas que mudaram meu rumo, me apresentando para uma jornalista, que tem uma assessoria de imprensa onde trabalhei por 2 anos.
Em 2005 voltei para a FAMECOS, e comecei a fazer Jornalismo. Muito mais focada, muito mais atenta e mesmo assim, rodei em Leituras em Jornalismo, com o Hohlfeldt.
Valeu de novo, na segunda vez, passei com 9.5!
Fazendo jornalismo trabalhei na Embrace - Marketing e Relacionamento, trabalhei na Martha Becker, depois na UNITV e atualmente com a Uffizi na CDL...
Nos próximos posts eu conto das festas, das roupas, da família, dos amores! Histórias Incríveis!

Abraço,

até.

Não corra atrás das borboletas, cuide de seu jardim, e elas vêm naturalmente

Aprendi que se aprende errando

Aprendi que se aprende errando

Que crescer não significa fazer aniversário

Que o silêncio a melhor resposta, quando se ouve uma bobagem

Que trabalhar significa não só ganhar dinheiro

Que amigos a gente conquista mostrando o que somos

Que os verdadeiros amigos sempre ficam com você até o fim

Que a maldade se esconde atrás de uma bela face

Que não se espera a felicidade chegar, mas se procura por ela

Que quando penso saber de tudo ainda não aprendi nada

Que a Natureza é a coisa mais bela na Vida

Que amar significa se dar por inteiro

Que um só dia pode ser mais importante que muitos anos

Que se pode conversar com estrelas

Que se pode viajar além do infinito

Que ouvir uma palavra de carinho faz bem à saúde

Que dar um carinho também faz...

Que sonhar preciso

Que se deve ser criança a vida toda

Que nosso ser é livre

Que Deus não proíbe nada em nome do amor

Que o julgamento alheio não é importante

Que o que realmente importa é a Paz interior

E finalmente, aprendi que não se pode morrer, pra se aprender a viver...

Eu


Esse blog foi criado para falar de mim, falar nas pessoas próximas, distantes, que fazem parte do meu caminho... Que me ajudam a construir tudo que eu sou hoje.

Será que postagens em um blog mostram exatamente o que sou?!? Óbvio que não.
Somos muitos em apenas um.
Muitos sentimentos em apenas um coração.
Muitos sorrisos, depende da ocasião.

"...Variações do mesmo tema, sem sair do tom..."

Seja bem vindo, se não gostar não tem problema, a vida ensina que nem sempre as coisas acontecem do jeito que a gente queria.

Blog da Mel, Diário, Agenda, Bíblia e Glossário. Tudo junto e tudo separado.
Pode ser Atlas, pode ser Cartilha, pode ser Receita, ou simplesmente Passatempo!!!

Divirta-se.

sexta-feira, 16 de maio de 2008

Palestra da W3Haus abre contagem regressiva para o 21º SET Universitário

"O negócio é ser on-line", enfatizaram os integrantes da empresa W3Haus nesta quinta-feira, 15 de maio, em palestra do +SET. A atividade compreende uma série de eventos que antecede o 21o SET Universitário, promovido pela Faculdade de Comunicação Social da PUCRS (Famecos), programado para 22 a 24 de setembro.

Tiago Ritter (jornalista e sócio-diretor), Rafael Macedo (publicitário/planejamento de mídia) e Leo Prestes (publicitário/planejamento criativo) explicaram o nome da empresa, concebido de forma criativa, onde W3 significa o endereço da web (www) e haus, casa em alemão.

Além da trajetória profissional de cada um, foi apresentado o trabalho da agência de comunicação interativa que cria websites, microsites, intranets e campanhas on-line, de acordo com o desejo de cada cliente. A equipe, formada por 45 pessoas, se divide em áreas de atuação, contemplando as diversas faces da internet. Pesquisas, combinadas com profissionais de diversas áreas, resultam num trabalho focado nas necessidades dos clientes e no público dos mesmos.

Em função de ninguém conseguir prever o futuro e o meio multimídia passar por constante transformação, eles se preocupam em estar sempre prontos para as renovações. "Não temos bola de cristal, mas sabemos que as coisas irão mudar. Nossa idéia é estar no mercado e preparado para as mudanças, repensando o negócio", afirmou Ritter.

Atenta à evolução na área de negócios, a Famecos procura acompanhar a expansão do mercado on-line. "Palestras como essa mostram a preocupação", disse Fábian Chelkanoff, professor da Universidade. Outras edições do +SET estão previstas até a data de realização do 21o SET Universitário, em setembro. O próximo +SET está previsto para daqui a duas semanas. Informações no site www.pucrs.br/famecos/set.

O SET

O SET Universitário é um evento que estimula a troca de experiências entre alunos, professores e profissionais das áreas de Jornalismo, Publicidade e Propaganda, Relações Públicas, Produção Audiovisual, Cinema e Vídeo. Realizado desde 1988 pela Famecos, em duas décadas tornou-se uma referência para estudantes e profissionais.

* Texto produzido por alunos do Projeto Oficina de Imprensa da Faculdade de Comunicação Social da PUCRS: Greta Mello e Melissa Danda - premiereimprensa@gmail.com

Acesse: http://www3.pucrs.br/portal/page/portal/pucrs/Capa/Noticias?p_itemid=551441